A novidade do começo da década de setenta surge, principalmente, com a teoria da interdependência complexa, de Keohane e Nye, bem como a teoria dos international regimes, de Krasner. Em meados desta mesma década, emergem também as perspectivas de linhagem neomarxista, como a teoria da dependência, originária das teses de Raúl Prebisch, a teoria do centro-periferia, de Samir Amin (n. 1931), e a teoria do sistema-mundo, de Immanuel Wallerstein.

Na altura, James Dougherty (1976), ao fazer um esboço do estado da arte, no âmbito das relações internacionais, enumera as seguintes tensões: tradicionalistas contra modernistas; investigadores empíricos contra construtores de modelos abstractos; pensadores do micro, contra pensadores do macro; actualistas contra analistas do passado; quantificadores contra qualificadores.

Waltz (1979), influenciado pela aliança de Koestler e Bertalanffy, tudo reduzia à tensão entre as teorias reducionistas e as teorias sistémicas.