1.5.
A CIÊNCIA POLÍTICA NORTE-AMERICANA
·A
ciência política norte-americana e
o estudo do comportamento político, como reacção contra o normativismo, pela
análise da dinâmica das instituições públicas. A certidão de nascimento da
autonomia académica da ciência política. John W. Burgess e a criação da School
of Political Science na Columbia
University em 1880. O aparecimento da American
Political Science Association em 1903. Os pais-fundadores da
disciplina. O sincretismo genético.
·A
revolução comportamentalista ou behaviorista. O estudo da political
action, do comportamento político dos indivíduos integrados num
determinado sistema social. Charles E. Merriam e Harold D. Lasswell. A diluição
do poder político no poder em geral.
·A
perspectiva sistémica ao estudo do political
power e do process of making decisions,
considerado como um political system
(David Easton). A passagem de um estudo histórico, comparativo e evolucionista,
à maneira de Comte e Spencer, a uma perspectiva analítica, descritiva e
explicativa, à maneira behaviorista. A emergência da revolução pós-behaviorista.
·A
vertente neoclássica, neo-romântica e neojusnaturalista da ciência política
norte-americana (Leo Strauss, Eric Voegelin e Hannah Arendt), cujos cultores
preferem chamar-lhe outra coisa: political
philosophy (Leo Strauss); política
pura e simplesmente (Arendt) ou science of
politics (Voegelin). O movimento da teoria política.