11.6.Contestações ao demoliberalismo

Os contra-revolucionários. O providencialismo contra-revolucionário como o contrário de uma revolução (Maistre, Bonald, José Acúrsio das Neves, Donoso-Cortés e Gama e Castro). A Action Française e o Integralismo Lusitano.

·Os anarquismos. A contestação hiperindividualista. A defesa de uma sociedade sem Estado (Godwin, 1793). A dimensão individualista: o anarquismo intelectual e egoísta do nihilismo alemão (Max Stirner). A dimensão colectivistas: o anarquismo revolucionário (Bakunine). A dimensão comunista: o anarquismo evolucionista de Malatesta, Elisée Reclus e Kropotkine. O anarquismo mutualista e o federalismo (Proudhon). Anarquismo de inspiração religiosa e resistência pacífica (Tolstoi).

·A contestação socialista. Do socialismo utópico (Saint-Simon, Robert Owen, Charles Fourier, Louis Blanc) ao socialismo democrático. Do revisionismo à social-democracia.

· A contestação marxista. De Marx e Engels ao marxismo-leninismo. A Terceira Internacional ou Komintern (1919- 1943). Trotskismo (a teoria da revolução permanente e a crítica à burocracia). Estalinismo. Maoismo. O modelo falhado do reformismo com rosto humano (da Primavera de Praga a Gorbatchov).

·A contestação nazi-fascista. Ou uma revolução ao contrário. Da Marcha sobre Roma a Adolfo Hitler. Do romantismo fascista aos nacionais revolucionários. O drama dos colaboracionistas e a proibição demoliberal das organizações que perfilhem a ideologia fascista.

O Estado de Segurança Nacional e os corporativismos hierarquistas. O sincretismo salazarista do Estado como doutrina em acção.

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