11.7.Espaços
de conciliação com o demoliberalismo
O
Conservadorismo. A
perspectiva britânica do conservadorismo tradicional (Edmund Burke). A defesa
do regime misto e do cepticismo relativista. A crítica do fanatismo político
dos revolucionários e da ideia de ideologia como religião secular. A crítica
do conceito racionalista de revolução. e do optimismo progressista. As teses
de Lord Hugh Cecil em Conservatism de
1912 e de T. Eliot, em The Wateland,
de 1922. O conservadorismo norte-americano e a tradição de The Federalist. A perspectiva francesa do tradicionalismo e do
nacionalismo místico. As críticas ao soberanisamo em Tocqueville e Guizot..
perspectiva germânica do Konservativ
( da tese da decadência ao conservadorismo autoritário).O laicismo e a defesa
de uma concepção orgânica de Estado. A persapectiva federalista em Constantin
Franz. A teorização portuguesa de Fernando Pessoa. A evolução do
conservadorismo britânico. Disraelli
e Churchill. O conservadorisamo defensor do
Estado-Providência (as teses da via media
de Harold Macmillan)..O neoconservadorismo e a nova-direita.
As revoluções conservadoras
de Reagan e Tatcher. O conservadorismo liberal (Nozick, Hayek e a Escola de
Chicago).
·Liberalismo
ético.
A tentativa de religação entre a política e a moral. O moralismo escocês
(Adam Smith, Adam Ferguson).
Neoliberalismos.
A Escola de Viena (Carl Menger, Ludwig von Mises, Schumpeter e a Hayek) e as
polémicas com a Escola de Cambridge (Keynes). O neoliberalismo
dos anos trinta (o Colóquio Walter Lippmann de 1938). Os neoliberais franceses
(Louis Baudin, Jacques Rueff, Daniel Villey). A luta contra a economia
planificada e o dirigismo. O anti-keynesianismo. A formação da Sociedade
Mont-Pélérin. Karl Raimund Popper e a sociedade
aberta. A Sociedade Mont Pélérin
(1947). Ludwig von
Mises, Lippmann e Wilhelm Röpke. O liberalismo
ordeiro do pós-guerra (economia social de
mercado). As propostas de Hayek para a renovação do liberalismo. O modelo
de Milton Friedman. Os modelos libertários norte-americanos (Ruthbard e D.
Friedman). A perspectiva de Robert Nozick. As correcções éticas ao
liberalismo: a teoria da justiça de John Rawls. Recepção d neoliberalismo em
Portugal, do Grupo de Ofir de
Francisco Lucas Pires ao Clube da Esquerda Liberal. O popperisamo
de João Carlos Espada (1992).
O
socialismo democrático. Conciliação do demoliberalismo com o socialismo.
Origens do socialismo democrático e da social-democracia.
Do socialismo utópico ao revisionismo marxista de Bernstein. A Primeira
Internacional (1864-1876). A Segunda Internacional (1889-1914). A Sociedade
Fabiana (1884) e o gradualismo (Sidney e Beatrice Webb, Bernard Shaw, John
Hobson, G. H. Wells e G.D. H. Cole). A
procura da terceira-via de um liberal-socialismo. O movimento cooperativista. De
Charles Gide a António Sérgio. A perspectiva do new deal liberalism de Roosevelt. A defesa do intervencionismo
estadual pelo estabelecimento de regras públicas sobre a concorrência e o
controlo das concentrações. O modelo keynesiano. As teses da social-democracia
sueca de Gunnar Myrdal. A criação da Internacional
Socialista em 1951 e o modelo germânico do SPD. O modelo britânico do
trabalhismo. O modelo francês. O diálogo e a ruptura com o marxismo. O
Congresso de Bad-Godsberg do SPD e o abandono do marxismo (1959). O modelo de
Willy Brandt. Reflexos em Portugal no Partido Socialista e no Partido Popular
Democrático.
·Democracia-cristã. Conciliação
com o pensamento social-cristão. A
Doutrina Social da
Igreja
Católica. Democracia Cristã. Humanismo cristão (a proposta de Maritain).
Personalismo (a proposta de Mounier e a geração Esprit). Acção Católica.
Socialismo cristão. Teologia da libertação. O pensamento de João Paulo II.
Os
comunistas democráticos. Tentativas de conciliação com o marxismo.
Do eurocomunismo e da defesa do policentrismo
à perestroika. Os comunistas da Europa Ocidental depois do fim
do comunismo no espaço que foi da URSS. O regresso dos comunistas à
social-democracia pré-leninista. A experiência de governos comunistas em
sistemas pluripartidários.