Verdadeiro
início da república em Roma (-367), com a instauração da
divisão de poderes.
Abertura de
todas as magistraturas à plebe (-366/-337).
Saliente-se que o rei em Roma era vitalício, mas não hereditário. Além disso
apenas assumia o poder depois de ser investido pelo povo, ao abrigo da
lex curiata de imperio, no comício das cúrias, onde se contavam os votos
por cúrias e não por cabeça. A gens assumiu-se assim como um
conjunto de famílias que se encontram ligadas e submetidas politicamente a
uma autoridade comum, o pater gentis, usando um nome comum por se
julgarem descendentes de um antepassado comum. Já a curia era
constituída por várias gentes que abandonaram o seu culto doméstico e
passaram a fazer celebrações a uma divindade superior. A este respeito,
saliente-se que tanto a polis grega como a civitas romana,
além de serem cidade-Estado eram também uma cidade-Igreja,
onde o chefe político também era o chefe religioso, inserindo-se naquela
linha evolutiva que também leva os crescentes círculos comunitários,
antecedentes da cidade a serem feitos em torno de divindades sucessivamente
maiores. |
Calístrado é o
organizador da aliança de Atenas e Esparta (-369).
Morte de
Dionísio I, o Velho, tirano de Siracusa (-367). Sucede-lhe Dionísio
II, o Novo que tem Platão como conselheiro.
Morte de
Pelópidas (-364).
Esparta e
Atenas, em aliança, sofrem derrota face aos tebanos na batalha de
Mantineia (-362). Morre Epaminondas no confronto. Esparta é
apoiada por Élida, Acádia e Arcádia do Norte. Com Tebas, estão
Sicião, Argos, Arcádia do Sul e Messena.
Atenas
retoma a supremacia (-360) |
Segunda estadia
de Platão em Sirusa (-367/-366). Encarregado da educação de
Dionísio II, filho do tirano Dionísio I
Aristóteles vai
para Atenas, a fim de frequentar a Academia de Platão (-367)
Nasce Pirro de
Elis*, o fundador do cepticismo (-365/-275).
Platão
regressa a
Atenas (-365).
 Terceira viagem
de Platão a Siracusa (-361). |