© José Adelino Maltez, Crónica do Pensamento Político, editada em Dili, na ilha do nascer do sol, finais de 2008

 

 

-519/-500: Espartanos em Atenas e República Romana

 

Confúcio

 

-799/-700  -699/-650  -649/-600 -599/580 -579/-570 -559/-540 -539/-520 -519/-500   -499/-490 -479/-460

 

  Linha do Tempo Séculos I a V

 

   
Crotona destrói Sibaris (-510).

Em Roma, revolução patrícia, expulsão dos Etruscos, fim da realeza tirânica de Tarquínio e proclamação da República (-509).

Primeiro tratado de comércio entre Cartago e Roma (-508). O segundo tratado é de -348 e o terceiro de -278. Delimitadas as áreas de influência e os protectorados das duas potências.

Guerra entre os Wu e os Yue na China do Sudoeste. Destruição total dos primeiros (-506/-473).

Cultura céltica da Idade do ferro, dita de La Tène (-500).

Fenícios conquistam partes da Península Ibérica aos Tartessos (-500). 
Persas submetem os gregos da Trácia (-511)

Os espartanos em Atenas (-510).

Sob a orientação de Clístenes, fundação da democracia ateniense (-508/-507). Entre os adversários do regime, estão Xenofonte e Isócrates. Já os democratas atenienses vão assumir como idade de ouro as propostas de Sólon e Clístenes. Anaxágoras, conselheiro de Péricles, é um dos mais destacados.

Criado o cargo de estratego (-501/-500). 
Apogeu de Confúcio* (-510)

Em Roma, consagração do Capitólio a Júpiter (-507).

 

Anaxágoras (-500/-428) 

 

A civitas era entendida, segundo os ensinamentos do Professor Sebastião Cruz, como um agrupamento de homens livres, estabelecidos num pequeno território, todos dispostos a defendê-lo contra qualquer ingerência estranha e sobretudo onde todos detêm uma parcela de poder, bem diversa daqueles modelos políticos territorialistas, onde um só homem exerce o poder duma forma absoluta e exclusiva. Aliás, o modelo de civitas apenas teria surgido quando as tribus por comum acordo ou por necessidade de se unirem para se defenderem, se coligam e escolhem um chefe (rex). Ora, a primeira coisa a fazer, ao constituir-se uma civitas era acender o fogo sagrado, que representava a pátria comum e sobretudo, à semelhança do que sucedeu com os outros órgãos políticos (família, gens, curia e tribus), levantar altares às divindades da comunidade. Por isso, a primeira e grande missão do rex é a de sumo sacerdote.

 

© Editado por José Adelino Maltez em Dili, Universidade Nacional de Timor Leste, ano de 2008

 

Última revisão:15-02-2009