Guerra civil na
Judeia (-67).
Vitória de
Pompeu sobre os piratas (-67).
Pompeu vence
definitivamente Mitridates e Tigranes, o último rei Selêucida, ou
Seljúcida, e o asmoneu Hircano de Jerusalém (-66). Levanta uma
muralha de províncias romanas contra os Partos.
Pompeu
conquista a Síria (-64) e intervém na Judeia,
vassalizando-a, então um Estado dirigido pela dinastia dos Asmoneus,
sob a suserania dos Selêucidas.
Terminam as
guerras com Mitridates*,
rei do Ponto (-63). Roma passa a controlar a Ásia Menor e a Síria.
Pompeu é o grande vencedor. Alia-se a Cícero e aos cavaleiros.
Pompeu faz
acrescer, mesmo sem autorização do Senado, novas províncias
(Bitínia, Síria, Cirenaica-Creta), ao lado das antigas (Ásia e
Cilícia)
Tensão entre o
Senado e Pompeu (-64).
Consulado de
Cícero.
Conjura de Catilina (-63). Este dizia: considero a república uma
cabeça sem corpo, e um corpo sem cabeça; pois bem, serei eu essa
cabeça. Cícero pronuncia em 7 de Novembro o célebre discurso
contra ele: até quando, Catilina, abusarás da nossa paciência? |
Lúculo derrota
os Arménios (-69).
Campanhas
vitoriosas de Pompeu no Oriente (-67-63).
Júlio César
vem à Lusitânia como pró-pretor da Hispania Ulterior (-61).
Os Germanos
invadem a Gália (-61).
Primeiro
triunvirato
romano: Júlio César, Pompeu e Crasso (-60). Uma espécie de aliança
entre a glória, o génio e o dinheiro. |
Júlio César,
questor (-68). Edil em -65. Pretor em -62. Propretor na Lusitania
(-61).
Cícero apoia
Pompeu (-66).
Cícero diz as
suas Catalinárias (7 de Novembro -63).
Estrabão
(c.- 60/-21)
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