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Filipe I,
rei de França (1060-1108)*. Continua a aumentar o domínio real,
integrando o Gatinais, o Vexin e o Berry. Mantém boas relações com o
Papa.
Béla I,
rei da Hungria (1060-1063).
Robert Guiscard
conquista Reggio aos Bizantinos (1060).
Normandos, com
Rogério e o seu irmão Robert Guiscard, conquistam a Sicília aos
Árabes
(1061-1091).
Senhores
feudais afastam a regente Agnes (1062).
Robert Guiscard
conquista Brindisi (1062).
Almorávidas
fundam Marraquexe (1062). Conquistam quase toda a África
berbere.
O arcebispo
Gunther de Maiença e os bispos Guilherme de Utrecht e Otto de
Ratisbona organizam uma peregrinação de 7.000 pessoas a Jerusalém
(1064). |
Começa a
dinastia almorávida com Yussuf ibn Tashufin (1061-1106).
Concílio de
Compostela (1063).
Cruzada de
cavaleiros borgonheses à Península Ibérica. O exército cruzado
conquista a cidade de Barbastro, em 1064, após 4 meses de cerco.
Reconquista
cristã definitiva de Coimbra
(9 de Julho de 1064). O governo da cidade é entregue ao moçÁrabe
Sisnando, filho de Judeus,
natural de Tentúgal, educado em Sevilha que, depois de abandonar o
islamismo, se aliou a Fernando Magno. Exerce tais funções até 1091.
Era, até então, governador de Entre-o-Douro-e-Mondego.
Papa Alexandre
II concede indulgência plena a quem vier à península combater os
infiéis.
Documento fala
nos cónegos regrantes de Santo Agostinho no mosteiro de Grijó. |
Godofredo
de Bouillon (c. 1061-1100)
Papa
Alexandre II (Anselmo do Baggio) (1061-1073).
Antipapa
Honório II (1061-1072).
Concede o
perdão dos pecados a quem combater os muçulmanos (1062).
Faz a primeira
pregação de cruzada em Espanha (1063).
Concílios
hispânicos, presididos pelo cardeal Hugo, legado do papa Alexandre
II, onde se discute a leminação do rito moçÁrabe,
estabelecido em 633 (1064 e 1068).
Morte de Ibne
Azme, poeta e filósofo. |