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Francisco I, Valois, rei de França (1515-1547)
Henrique VIII, Tudor,
rei de Inglaterra (1509-1547).
Carlos I de Espanha, imperador do Sacro Império (como Carlos V); rei de
Aragão a partir de 1516; regente de Castela em nome da mãe entre 1516 e
1555 e rei de jure entre 1555 e 1556; unifica as duas coroas e torna-se
o primeiro rei de Espanha (1555-1556).
Carlos V Habsburgo
(1519-1530). Abdica em
1556 mas, não formalmente, até 1558.
Segismundo
ou Zygmunt
I, o Velho, Jagelão, rei da Polónia (1506-1548)
Solimão II,
o Magnífico (1520-1586)
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Papa
Clemente VII (1523-1534) |
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Prússia
adere à Reforma
Introduzida a
Reforma na Escócia.
Fundada a
Ordem dos Capuchinhos.
Formada a Liga
Católica de Dessau.
Exército de
Carlos V, sob o comando do belga Charles de Lannoy, vence Francisco
I na batalha de Pavia (24 de Fevereiro).
O rei de França
fica prisioneiro, assumindo a regência a sua mãe, Luísa de Sabóia. A
França perde o domínio da Itália do Norte, sendo forçada a uma paz
com Carlos V.
Francisco I será obrigado a assinar o Tratado de Paris de 1526,
onde renuncia a Milão e a Nápoles, assim como à Flandres, à Borgonha
e ao Artois.
Depois de
Pavia, Henrique VIII, na táctica da balança do poder, aproxima-se,
de novo, da França.
Morre na
batalha Jacques de Chabannes, dito Seigneur de la Palisse
(1470-1525), o tal que un quart diheure avant sa mort, Il était
encore en vie.
Parlamento de
Paris contra o chanceler Antoine Duprat.
Derrota dos
anabaptistas nas batalhas de Boblingen (12 de Maio) e
Frankenhausen (15 de Maio). Morte de Thomas Munzer. Mais de 100 000
mortos.
Se Zuínglio os
vai acolher, já os católicos fazem execuções em massa no Tirol, na
Suábia e na Baviera.
Lutero casa
com Katharina von Bora (27 de Junho).
Um protestante
é queimado vivo em Haia.
Fundada a
cidade de Santa Marta, na Colômbia (29 de Julho).
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Reinado de D.
João III
Ataque a
Malaca por
indígenas e muçulmanos.
Cortes de
Torres Novas
(5 de Setembro a 21 de Outubro). Primeiras Cortes de D. João III.
Destas Cortes vão sair umas Leis das Cortes que apenas serão
impressas em Março de 1539.
Votado um
pedido de 150 000 cruzados.
Decide-se que
as Cortes reunirão de dez em dez anos.
São
apresentadas várias denúncias sobre a actuação de cristãos-novos,
nomeadamente de médicos e boticários, a quem atribuíam a morte por
envenenamento de vários cristãos ditos velhos, ou católicos.
Embaixada a
Castela para tratar do casamento da Infanta Dona Isabel, irmã de D.
João III, com Carlos V.
Tratado de
Madrid, de paz entre Carlos V e Francisco I de França, ajustando o
casamento de Dona Leonor, rainha viúva de Portugal, com aquele
último e o da Infanta Dona Maria, filha de D. Manuel I, com o
príncipe Francisco, filho do monarca francês (14 de Janeiro)
O príncipe D.
João casa com a infanta D. Catarina (1507-1578), filha de
Joana, a Louca, e de Filipe, o Belo, irmã de D. Leonor, terceira
esposa de D. Manuel (10 de Fevereiro)
Instruções de
Carlos V sobre o casamento de Dona Maria, filha de D. Manuel. (25 de
Março ).
Notícias
sobre a intensificação da exploração de sal no Rio Sado.
Entre 1530 e 1540, surgem umas Trovas de Gonçalo Anes, de
alcunha o Bandarra , sapateiro de Trancoso, que falam
Desse bom Rei Encoberto que Tirará toa a Erronia/ Fará Paz em
todo o Mundo. As Trovas que serão julgadas como
judaizantes pela Inquisição, irão, contudo servir de elemento
fundamental para a estratégia de resistência dos que se opunham à
administração filipina e tratavam de dar achas para a fogueira do
messianismo sebastianista, procurando transformar aquele que fora
O Desejado num Encoberto. |
Frei António
de Beja,
Breve Doutrina e Ensinança de Principes, Lisboa
Lutero, no ano
em que casa com a monja Katharina von Bora (13 de Junho), Wider
die rauberischen und mordischen Rotten der Bauern.
Morte de Jakob
Fugger.
Frei
Heitor Pinto (1525-1584)ö1563.
Fala que fez
Francisco de Melo nas cortes delRey dom Ioão o terceyro na villa de
Torres novas a XIX de Setembro. Ano M.D.XXV. Dia de são Miguel na
ygreja de sam Pedro. |
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 Um conselheiro
de Carlos V, Miguel de Ulzurrum, em tractatus de Regiminis Mundi,
de 1525, considera que o imperador era senhor de todos os homens,
crentes e infiéis e que a ele teria de ser confiado o bem-estar
temporal da Humanidade inteira.
Numa carta que D.
Manuel I dirigiu à câmara de Lisboa, em 16 de Agosto de 1525, sobre
a eleição de dois procuradores às Cortes convocadas para Tomar,
chega a indicar-se o perfil dos que devem ser eleitos:
pessoas de
tall boodade, saber e discriçom, como pera tall auto se requerem, e
que sejam asy sofiçientes e saibam e tenham pratica das cousas do
Regno que acerqua dellas e de todo o mais que nas ditas cortes se
fallar, tratar e praticar, saibam dar tall rezam como convyer
amelhor asemto e beem de todas as cousas; os quaees traram
apomtamentos asy geraes pera as cousas de meu seruiço e bem do
regno, como espeçiaes pera o que tocar as cousas da cidade ...
© Editado por José Adelino Maltez em Dili, Universidade Nacional de Timor Leste, ano de 2008
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