© José Adelino Maltez, Crónica do Pensamento Político, editada em Dili, na ilha do nascer do sol, finais de 2008

 

 

1558: Isabel I e Guerra da Livónia

 

Isabel I

 

1548 1549 1550 1551 1552 1553 1554 1555 1556 1557 1558   1559 1560

 

Século XV Linha do Tempo Século XVII

 Henrique II, Valois, rei de França (1547-1559)

Maria Tudor, rainha de Inglaterra (1553-1558)

Isabel I, rainha de Inglaterra (1558-1603).

Filipe II, rei de Espanha (1556-1598)

 

Fernando I, imperador alemão (1556-1564)

 

 
Papa Paulo IV (1555-1559)

Franceses conquistam Calais, expulsando os ingleses do continente (7 de Janeiro). O prestígio de Maria Tudor fica altamente afectado.

Morre Maria Tudor (17 de Novembro). Rainha Isabel I (1558-1603)*, filha de Henrique VIII e de Ana de Bolena.

A Inglaterra vê chegar a rainha dos mares. Perante a pressão espanhola em terra, prefere a guerra no mar.

Nascida em 1533, filha de Henrique VIII e de Ana de Bolena. Em 1544, o parlamento tinha decretado que ela passasse para o terceiro lugar na ordem da sucessão, depois de Eduardo e de Maria.

Educada por Catherine Parr, a última esposa de Henrique VIII que voltara a casar, com o almirante Thomas Seymour, irmão de Joana Seymour.

Thomas será executado em 1548, depois da morte de Catherine, acusado de querer casar com Isabel.

Regresso de Knox à Escócia.

Maria Stuart casa com o Delfim de França, o futuro Francisco II (24 de Abril).

Estava em França desde 1548, quando tinha seis anos de idade. Rainha da Escócia (1542-1567) é assim rainha consorte de França (1559-1560). Filha de Jaime V, nascera menos de uma semana antes da morte do pai.

Guerra da Livónia (1558-1572) Os russos, comandados por Ivan IV, tentam um acesso directo ao Báltico, enfrentando uma coligação de suecos, polacos, lituanos e turcos; mantêm relações comerciais com a Inglaterra e chegam a propor um aliança militar contra a Polónia e a Suécia.

Em 1580 Ivan IV destrói Novgorod; tropas tátaras da Crimeia saqueiam Moscovo em 1571; russos começam a conquista da Sibéria em 1582

 

Morte de Carlos V em Yust

Fernando I será coroado imperador em 1558. Até 1564. Mas já quatro anos antes repartira as terras da herança austríaca entre os filhos; só com o neto, o arquiduque Fernando da Estíria, Fernando II, em 1619, é que voltam a unificar-se

 

 Reinado de D. Sebastião, regência de D. Catarina

Num documento anónimo de 1558, intitulado então Discursso e lembrança sobre o que se havia de fazer no conselho de Sua Alteza, expressamente se considera que a forma de cõselho como estaa apontada posto que seJa nova neste Reyno he quasy na mayor parte a que usa el rey de castella e a que tem outros Reys cristãos e o turquo... 

D. Constantino de Bragança, vice-rei da Índia (1558-1561). Primeiro bispo de Malaca, o dominicano Frei Jorge de Santa Luzia (1558-1576).

Na costa oriental de África, depois da construção das fortalezas de Sofala, Quíloa (1505) e da ilha de Moçambique (1507), eis que até 1558, apenas existia uma feitoria.

Nesta data, D. João II nomeia um capitão que estaria 6 meses na ilha de Moçambique e outros tantos em Sofala, mas na dependência do governo da Índia. Com D. Sebastião, surge como capitão Francisco Barreto, a quem é atribuída a missão de conquista do Monomotapa.

O dominicano D. Frei Bartolomeu dos Mártires é elevado a arcebispo de Braga.

Novo governador instala-se no Brasil, Mem de Sá (1558-1572). Recuperação completa da Baía da Guanabara, até então dita França Antártica.

Insurreição dos índios na capitania do Espírito Santo.

 

 
Pierre Cardin Le Bret (1558-1655)ö1632.

Fernão Mendes Pinto regressa a Portugal. Quatro anos depois, já casado com Maria Correia Brito (trinta anos mais nova do que ele), retira-se para a Quinta que comprara no Pragal (perto de Almada). Em 1569 começa a escrever a Peregrinação, concluída em 1578.

Morte de Sá de Miranda.

 

Obras de Jan Huss são publicadas em Nuremberga, com um prefácio de Lutero.

 

Margarida de Navarra: Heptameron.

 

Padre Manuel da Nóbrega, Informação das Coisas da Terra e Necessidade que há para Bem Proceder Nela

  

O reino do Piemonte que esteve na base da unificação italiana em 1861, tem origem no Grão-Ducado da Sabóia que, no século XVII, ainda constituía uma espécie de protectorado francês. A partir do ducado de Sabóia vai-se instituindo como que por agregação o Estado saboiano, com o condado de Nice, o ducado de Aosta, o principado de Oneglia, o marquesado de Monferrato e várias cidades piemontesas que levam o duque de Sabóia a intitular-se, já no século XVI, como Príncipe do Piemonte.

 

Última revisão:15-02-2009