© José Adelino Maltez, Crónica do Pensamento Político, editada em Dili, na ilha do nascer do sol, finais de 2008

 

 

1560: Guerra dos Oitenta Anos

 

 

1558 1559 1560   1561 1562 1563 1564 1565 1566 1567 1568 1569 1570


 
  Século XV Linha do Tempo Século XVII
 

Francisco II, rei de França (1559-1560)

 

Isabel I, rainha de Inglaterra (1558-1603).

 

Filipe II, rei de Espanha (1556-1598)

 

Fernando I, imperador alemão (1556-1564)

 

Frederico II (Frederik II), rei da Dinamarca (1559-1588).

 

Erik XIV, rei da Suécia (1560-1568)

 
Papa Pio V (1559-1565)

Guerra de 1560-1648 (holandeses contra os Habsburgos, ou guerra dos oitenta anos)

John Knox (1514-1572) organiza a igreja presbiteriana. Parlamento escocês adopta a Confessio Scotica, de marca calvinista. Proibido o culto católico, sob pena de morte.

 

Michel de l’Hopital, chanceler de França (2 de Julho).

Morte de Francisco II (3 de Dezembro). Era casado co Maria Stuart, que regressa à Escócia.

Sucede-lhe Carlos IX, então com dez anos de idade, como rei de França (1560-1574).  O segundo filho de Henrique II. Regência de Catarina de Medicis (1519-1589) tendo como chanceler Michel de l’Hopital*.

Jean Nicot introduz o tabaco em França

A Polónia anexa a Lituânia.

Erik XIV, rei da Suécia (1560-1568)

 

 

 

Guerra de 1560-1648 (holandeses contra os Habsburgos, ou guerra dos oitenta anos) Ocupação pelo Duque de Alba; ocupação de Brielle pelos revoltosos (1572), a que se segue uma insurreição geral, comandada por Guilherme de Orange que consegue ocupar todos os Países Baixos, à excepção de Namur e do Luxemburgo.

O governador filipino Alexandre Farnésio consegue restabelecer o poder dos Habsburgos em Hainaut, Artois e Douai, províncias católicas de língua francesa; em 1579 estabelece a União de Arras católica, contra a qual os protestantes erguem a União de Utrecht, liderada por Guilherme de Orange; em 1585, Alexandre Farnésio ocupa Antuérpia e os protestantes apenas ficam com as províncias da Holanda, Zelândia e Utrecht; recuperação dos protestantes liderados por Maurício de Nassau, filho de Guilherme, que consegue tomar sete províncias do norte, formando a república das Províncias Unidas; a Inglaterra,  de Isabel I, entra na guerra a partir de 1580; em 1604, Ambrosio de Spínola toma Ostende; em 1609 é assinada a Trégua de doze anos que constitui um reconhecimento da independência de facto; em 1621 sobe ao trono Filipe IV e volta a guerra; os espanhóis vencem em Fleurus, em 1622; em 1625, o cerco de Breda
 

 

 Reinado de D. Sebastião, regência de D. Catarina

Suspendem-se-se os pagamentos dos juros da Casa da Índia, com a consequente declaração de bancarrota.

Carta credencial de D. Sebastião, acreditando Manuel de Araújo na corte de Inglaterra. (30 de Dezembro).

Junção dos Contos do Reino e da Casa dos Contos.

Fundado novo colégio da Companhia no Porto, tendo Francisco Borja como reitor. Há outro em Braga, com Inácio de Azevedo.

Papa autoriza a Inquisição em Goa. Os dois primeiros inquisidores partem para o Oriente, na armada do novo arcebispo, D. Gaspar Leão Pereira.

Construção dos fortes de Jafanapatam no Oriente e dos de Sena e Tete em Moçambique.

Referência ao achamento de algum metal no sertão de S. Paulo por Brás Cubas

Expulsão dos franceses do Rio de Janeiro.

Ocupação, no Brasil, do litoral até ao Rio de São Francisco.

Chegada dos Jesuítas à costa oriental de África e a Angola.

Em Moçambique, o padre Gonçalo da Silveira, vindo de Chaúl na Índia. O padre André Fernandes e o irmão André da Costa chegam à corte do rei de Otongue.

Paulo Dias de Novais é nomeado embaixador junto do rei de Angola. Chega à barra do Cuanza em 3 de Maio. Atinge o Pungo-Andongo. 

Maximilien de Béthune, Barão de Rosny e Duque de Sully (1560-1640)ö1632.

 

Baltasar Álvares (1560-1630)

 

Frei Vicente do Salvador (c. 1564-c. 1639)

 

Théodore de Bèze, Conféssion de la foy chrestienne.

George Buchanan converte-se ao protestantismo.

 

Sá de Miranda, Comédia de Vilhalpandos, na oficina de António Mariz.

 

Atlas de Fernão Vaz Dourado. 

Camões regressa a Goa antes de Setembro de 1560 e pede a protecção do Vice-Rei D. Constantino de Bragança. É aprisionado por dívidas, dirigindo súplicas em verso ao Conde do Redondo, para ser liberto

 

© Editado por José Adelino Maltez em Dili, Universidade Nacional de Timor Leste, ano de 2008

 

Última revisão:15-02-2009