| | Carlos IX, rei de
França (1560-1574)
Isabel I, rainha de Inglaterra (1558-1603).
Filipe II, rei
de Espanha (1556-1598)
Fernando I,
imperador alemão (1556-1564). Maximiliano II regeente da Germânia
com o seu pai.
Frederico II
(Frederik II), rei da Dinamarca (1559-1588). |
Papa
Pio V (1559-1565) |
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Governo de
Catarina de Medicis* (1562-1598), viúva do rei Henrique II.
Promulga o Edicto de Janeiro (17 de Janeiro), onde autoriza
os protestantes a celebrar publicmanete o respectivo culto.
Começa a
guerra dos huguenotes em França (1562-1563). Massacre de
protestantes em Vassy pelo duque de Guise (1 de Março).
Católicos,
comandados por Seigneur de Monluc, vencem os huguenotes em Vergt
(9 de Outubro). Batalha de Dreux (18 de Dezembro).
Protestantes
com o apoio de Isabel de Inglaterra. Católicos, com a ajuda do rei
de Espanha, do Papa e do duque de Sabóia.
Revolta nos
Países Baixos espanhóis.
Filipe II
participa no Concílio de Trento
(18 de Agosto). Convocado em 18 de Janeiro, depois de estar suspenso
durante dez anos.
Imperador
Maximiliano II Habsburgo de 22 de Novembro de 1562 a 25 de
Julho de
1564.
Imperador-eleito em 12 de Outubro de 1576. Filho de Fernando I; rei
co-regente da Germania com o seu pai, 1562–1564. |

Reinado de D. Sebastião, regência de D. Catarina
 Ataque da
"confederação dos tamoios" a São Paulo, defendida por João Ramalho.
150 000
Marroquinos começam o cerco a Mazagão (Março). Os portugueses
resistem e os sitiantes começam a retirada em 7 de Maio. O próprio
Concílio de Trento congratula-se com a resistência.
D. Sebastião
concede à universidade de Évora os privilégios da de Coimbra.
Cortes de
Lisboa.
D. Catarina de
Áustria renuncia à regência, sucedendo-lhe o cardeal D. Henrique.
Frei Valentim
da Luz,
acusado de erasmismo, é executado pelo Santo Ofício.
Criação do
Conselho de Estado. Só em 1562 o Conselho aparece
institucionalizado durante a regência do Cardeal D. Henrique,
obtendo regimento em 8 de Setembro de 1569, com D. Sebastião. É a
partir de então que o conselho passa a assumir-se como um formal
Conselho de Estado, embora sem o carácter daquele que, com o
mesmo nome, havia sido instituído por Carlos V, dado que este era
uma super-estrutura acima dos vários reinos que integravam o império
Habsburgo, alguns dos quais mantinham os tradicionais conselhos,
como sucedia com Castela. Aliás o Consejo de Carlos V
destinava-se fundamentalmente à política externa, mantendo-se em
puro regime de segredo de Estado.
Cortes de
Lisboa, por
causa do cerco a Mazagão. Oração de D. António Pinheiro que
considera o rei como a cabeça que dá político movimento e
sentido aos súbditos e vassalos. A oração é feita em
nome da regente D. Catarina que renuncia ao pezo da governança
destes reinos. Eleito para regente o cardeal Infante D.
Henrique. A questão do pedido de 100 000 cruzados. Utilização das
câmaras para a respectiva cobrança
Os concelhos
são favoráveis à construção de um império à porta e propõem a
extinção da Universidade para se desviarem verbas para a guerra.
Porque quem quisesse estudar podia ir para Paris ou Salamanca D.
Catarina renuncia à regência. Cardeal D. Henrique na
regência |
É publicada a
Compilaçam de Todolas Obras de Gil Vicente, promovida pelos
filhos Luís e Paula.
Padre José de
Anchieta, Poema à Virgem, quatro mil versos em latim.
Padre
Bento de Góis (1562-1607). |