| | Carlos IX, rei de
França (1560-1574)
Isabel I, rainha de Inglaterra (1558-1603)
Jaime Stuart, como Jaime
VI, rei da Escócia
(1567-1625).
Filipe II, rei
de Espanha (1556-1598)
Maximiliano II, imperador
alemão (1564-1576).
Frederico II
(Frederik II), rei da Dinamarca (1559-1588).
João III, rei da Suécia (1569-1592). | |
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Catarina de
Medici desfaz a paz com os protestantes e começa a quarta guerra
de religião em França. Os duques de Anjou e de Alençon cercam a
cidade protestante de La Rochelle.
Paz entre
Veneza e os turcos.
Derrota do
duque de Alba* na batalha de Enkhuizen. Regressa a
Espanha. Volta a actuar na invasão de Portugal de 1580.
D. João de
Áustria reconquista Tunes.

Henryk
Walezy
eleito rei da Polónia (1573-1574). Henrique de Valois que, depois de
abandonar o trono polaco-lituano, se torna Henrique III da França.
Com a morte do último Jagelão, em 1572, a Polónia torna-se numa
monarquia electiva. Contra-Reforma
na Polónia.

Expulso de
Kyoto o último xogum Ashikagoda, protector dos cristãos. Oda
Nobunaga, um dos chefes de uma seita militar budista, assume o
poder, vencendo a guerra civil. Torna-se ditador com o título de
Gon-Dainagon. Um dos seus homens fortes é Hideyoshi que vai tentar
conquistar a Coreia por duas vezes, em 1592 e 1597. O novo regime
vai perseguir os cristãos de 1596 a 1598. Nova perseguição é
desencadeada em 1614.
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Reinado e
governo de D. Sebastião
No governo,
entre 1573 e 1575, mantendo-se Martim Gonçalves da Câmara e Jorge da
Silva, emergem D. António Pinheiro, Bispo de Miranda, Francisco de
Sá, D. Álvaro de Castro e D. João Telo de Meneses.
Desvalorização
da moeda.
Nomeado D.
Diogo de Sousa como capitão e governador do Algarve. Em 1578 será
substituído por D. Francisco Costa.
Primeira
jornada de D. Sebastião ao sul do país
(de 2 de Janeiro a 14 de Fevereiro). Nova viagem do rei ao Algarve
(4 a 18 de Setembro).
Morte de D.
Joana, a mãe de D. Sebastião, no Escorial (7 de Setembro). Tinha
passado para Espanha em Maio de 1554, apenas três meses depois do
nascimento do filho.
D. António de
Moniz Barreto, vice-rei da Índia.
Levantadas as
Portas do Cerco em Macau. Mas nelas nunca houve ameias
guarnecidas com peças de artilharia nem outros fortes anteriores
voltados para ela. As bocas dos canhões sempre estiveram voltadas
para o mar, de onde poderiam vir os piratas e os salteadores,
principalmente os nossos aliados cristãos e ocidentais...
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François
Hotmann, Franco-Gallia.
Repartição dos
alunos matriculados na Universidade de Coimbra entre 1573 e
1619: 2 950 em Teologia; 28 459 em Direito Canónico; 8 844 em Leis e
2 580 em Medicina.
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