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Henrique III, rei de
França (1574-1589)
Isabel I, rainha de
Inglaterra (1558-1603)
Jaime Stuart, como Jaime
VI, rei da Escócia
(1567-1625).
Filipe II, rei
de Espanha (1556-1598)
Rudolfo II, Habsburgo,
imperador alemão (1576-1612)
Frederico II
(Frederik II), rei da Dinamarca (1559-1588).
João III, rei da Suécia (1569-1592). | |
Sexta guerra
de religião
em França. Vitória dos católicos em La Charité e Issoire. Paz de
Bergerac.
Edicto de
Poitiers (17
de Setembro). Liberdade de culto para os protestantes.
Aliança entre a
Inglaterra e a Holanda.
Começam as
viagens de Francis Drake* (até 1580).
Guerra dos
turcos otomanos contra os Persas. Até 1589. |

Reinado e
governo de D. Sebastião
D. Sebastião
regressa a Lisboa, depois do encontro de Guadalupe com Filipe II (13
de Janeiro).
Arzila
volta à posse portuguesa (Julho). O xarife deposto que a detinha, em
nome da aliança que pretendia fazer com Portugal, devolve a praça
que permanecerá portuguesa até 1589.
D. Sebastião
nomeia Luís da Silva Embaixador em Madrid, para apressar o prometido
auxílio militar de Filipe II (Maio)
João Gomes da
Silva Embaixador em Roma, é mandado indagar junto do grão-duque de
Florença se estaria disposto a dar ao rei de Portugal a filha
primogénita em casamento com vultoso dote (28 de Agosto).
Alvará revoga a
proibição dos cristãos-novos passarem para o ultramar.
Bispado do
Algarve é transferido efectivamente de Silves para Faro, cumprindo
bula de 1540.
Peste nos
arredores do Porto.
Novo
governador-geral do Brasil, D. Diogo Lourenço da Veiga. Termina a
administração separada do norte e do sul. Salvador Correia de Sá
fica com o governo do Rio de Janeiro, sujeito ao governador-geral.
D. Diogo de
Noronha, governador da Índia. Depois, D. Luís de Ataíde, 3º conde de
Atouguia, é mais uma vez nomeado vice-rei da Índia.
Não é por acaso
que o nosso Rei, sempre designado por Vossa Alteza, só
a partir de 1577, na sequência da entrevista de Guadalupe, entre D.
Sebastião de Portugal e D. Filipe II, de Espanha, é que passou a
usar a coroa de Portugal fechada e a qualificar-se por Vossa
Majestade. A partir de então, acaba o velho reino da coroa aberta,
igual à dos comités, onde o rei, como primus inter pares,
tem um poder que, apesar de ser mais alto, de alteza, ainda é
da mesma natureza que os restantes poderes, dos quais, de forma
pluralista, tem de obter consentimento contratual para poder
governar a república. A partir de então surge a monarquia que se
absolutiza pela abstracção da soberania.
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Rubens
(1577-1640)
Francisco de
Vitória,
Relectiones Theologicae, publicadas em Lyon.
Pedro da
Fonseca,
Commentariorum in Libros Metaphysicorum Aristotelis Stagiritae,
1577-1605
Chronica dos
Feitos, Vida e morte do Iffante Sancto Dom Fernando |