Paz de
Lubeck entre
a Dinamarca de Cristiano IV* e o Imperador Fernando II.
Confirma-se a perda de poder da Dinamarca que se vincula à não
intervenção nas questões alemãs, em troca do direito de passagem
pelo Elba (22 de Maio).
Massachusetts,
colónia da coroa.
Tratado de
Altmark,
assinado pela Suécia de Gustavo II Adolfo, como apoio de Richelieu,
que obtém grande parte da Livónia, da Estónia, da Íngria e da
Carélia. Suecos passam a dominar o Báltico. Serão obrigados a ceder
estas possessões à Rússia, um século depois.
Ocupação do
norte de Brabant pelas Províncias Unidas.
Na guerra da
sucessão de Mântua,
intervenção francesa.
Novas lutas de
Paris contra os protestantes.
Peste
em Milão e na Lombardia (1629-1632).
Fernando II de
Áustria aprova o chamado Edicto da restituição que devolve
todos os territórios secularizados pela Reforma e proíbe o
calvinismo (6 de Março).
Carlos I
dissolve o Parlamento
e governa de forma absolutista até 1640. |

Reinado de Filipe IV (III)
Motins em
Santarém, Alcácer do Sal e Porto. Aqui, é atacado o secretário
Francisco de Lucena que aí fora pedir ajuda para a Índia.
Inaugura-se em
Braga o primeiro mosteiro da Ordem da Conceição de Maria, fundada
pela Beata Beatriz da Silva no século XV.
Comerciantes
portugueses promovem uma revolta que depõe o Monomotapa e elevam ao
trono Mavura, baptizado como Filipe, o qual reconhece a suzerania
dos portugueses.
Rei do Achém
ataca Malaca.
Comandante
holandês de Solor, Jan de Hornay
passa-se para os portugueses de Larantuca, nas Flores. Converte-se ao
catolicismo e casa com uma timorense. O filho António de Hornay vai
governar Flores, Solor e Timor de 1673 a 1693.
Holandeses
atacam o Brasil, desembarcando em Pan Amondo.
Matias de
Albuquerque, celebrizado pelos feitos militares na Índia, é nomeado
governador do Pernambuco.
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Descartes passa
a residir nas Províncias Unidas, onde permanece até 1649.
Galileu
descreve o movimento do pêndulo.
Padre
Alexandre de Gusmão (1629-1724).
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