Batalha das
Dunas.
Vitória dos holandeses sobre uma frota espanhola, ao largo de
Douvres. Os Países Baixos espanhóis ficam isolados.
Morte de
Bernard, duque de Saxe-Weimar. Os seus exércitos vendem-se aos
franceses que assim recuperam a Alsácia.
Revolta dos
“va-nu-pieds”
na Normandia (1639-1640). Mais intensa entre os meses de Julho e
Novembro.
Primeira
Bishops' War entre Carlos I e a Igreja da Escócia. Acaba com a
Pacification of Dunse
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Reinado de Filipe IV (III)
Desacatos em
Coruche, Serpa e Moura.
Tentativa de
reconquista de Pernambuco. Os holandeses queimam os melhores barcos
portugueses, que estavam ancorados no porto de Pangim, em Goa.
O Japão proíbe
o comércio com Macau. Esta clausura ao comércio com o exterior
determina que só podem entrar na ilha barcos autorizados da China e
da Holanda, com munições, armas, lentes e tabaco. Os próprios
navios japoneses ficam limitados aos mesmos produtos.
Mobilização
obrigatória para a Guerra da Catalunha. Carta régia de 26 de Janeiro
recruta 6 000 soldados de infantaria e 1 500 de cavalaria. Em Abril,
D. João, duque de Bragança, é nomeado general-de-mar-e-terra de
Portugal.
Reuniões
preparatórias da conjura contra os Filipes. Duque de Bragança é
informado, em Almada, dos pormenores do movimento (Junho).
Chegam à Índia,
vindos de Itália, os teatinos ou Caetanos. Têm hospício em Lisboa a
partir de 1650.
Mercedários
chegam ao Brasil. |
Jean Racine
(1639-1699)
Morte de
Campanella.

Gabriel de
Naudé,
Science des Princes, ou Considérations Politiques sur les Coups
d'Estat. Avec des Réflexions Historiques, Chrétiennes, &
Politiquest,
Roma.
Manuel Faria e
Sousa, Comentário d’os Lusíadas. |