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Revolta da
Andaluzia.
Liderada pelo marquês de Ayamonte e pelo duque de Sidónia.
Em 1641 Luís
XIII é eleito Conde de Barcelona. Assinatura de preliminares de
paz entre a França e o Imperador (25 de Dezembro). Fixada a data das
negociações para 25 de Março de 1642.
Mazarin é feito
cardeal
Revolta dos
católicos na Irlanda.
Há um massacre de protestantes.
Execução de
Thomas Wentworth, 1º conde de Strattford (1593-1641). Em
Novembro de 1649 é acusado de traição e os lordes, cedendo à
demagogia, condenam-no à morte. O rei Carlos I, de quem ele apenas
tinha sido mero executor, assina a ordem de execução. Strafford
há-de comentar: não ponhas a tua confiança nos príncipes.
Surge o rol dos
agravos (Grand Remonstrance)
Entre 1641 e
1644 a população chinesa diminui em 15 milhões, por epidemias, fome
e invasões.
Guerra da
Catalunha
(1640-1652) Em 1641 Luís XIII é eleito Conde de Barcelona |
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Reinado de D. João IV
Cortes de
Lisboa.
Abrem a 28 de Janeiro. Juramento e levantamento de D. João IV.
Juramento do príncipe D. Teodósio. Votados impostos para a guerra.
Abolidas as
meias anatas (27 de Fevereiro).
Desvalorização
da moeda.
Instituído o
imposto da décima militar, criado pelas Cortes (5 de
Setembro).
Conjura
contra D. João IV.
Uma conspiração de nobres, descoberta em 28 de Julho. Execuções no
Rossio (29 de Agosto), do marquês de Vila Real, D. Luís de Noronha e
Meneses, e do seu filho, Duque de Caminha, bem como do conde de
Armamar e de Pedro Baeça (Agosto). Prisão do arcebispo de Braga, D.
Sebastião Matos de Noronha, o organizador da conspiração.
Envio de
embaixadas a
França, Inglaterra, Províncias Unidas (Holanda), Dinamarca, Suécia e
o Vaticano. O Papa não recebeu o nosso embaixador.
Ataques
espanhóis a Elvas e Olivença (Junho).
Tratados de
aliança com a França (1 de Junho), os Estados Gerais
(12 de Junho) e a Suécia (10 de Dezembro).
Conquista de
Malaca pelos holandeses (Janeiro). Entretanto, dominicanos e
portugueses das Flores atacam Mena em Timor (26 de Maio), alargando as
vitórias no ano seguinte. Conquista de S.
Tomé e Angola pelos holandeses (Novembro).
Conquista de
Sergipe e Maranhão pelos holandeses (Novembro).
Parte de
Lisboa a embaixada portuguesa à Catalunha, chefiada pelo Padre
Inácio de Mascarenhas (14 de Janeiro)
Instruções
para a embaixada a França do Monteiro-Mór Francisco de Mello (21 de
Janeiro)
Decreto
concedendo aos holandeses antigas liberdades de comércio no Reino
(21 de Janeiro)
Carta
Credencial para D. Antão de Almada como Embaixador a Inglaterra (22
de Janeiro)
Instruções
secretas para a embaixada a França de Francisco de Mello (23 de
Janeiro)
Prisão do
Infante D. Duarte, irmão de D. João IV, em Viena. (2 de Fevereiro)
Embaixada de
D. Duarte de Almada e do Dr. Francisco de Andrade Leitão a
Inglaterra (8 de Fevereiro)
Parte de
Lisboa o Plenipotenciário Tristão de Mendonça Furtado aos Estados
Gerais das Províncias Unidas (9 de Fevereiro)
Parte para
França a embaixada chefiada pelo Monteiro-Mor Francisco de Mello (28
de Fevereiro)
Ultima-se a
embaixada de Francisco de Sousa Coutinho aos países escandinavos (18
de Março)
Instruções
para o Bispo de Lamego passar à Cúria Romana (7 de Abril)
Celebra-se a
trégua entre Portugal e os Estados Gerais das Províncias Unidas (17
de Maio)
Francisco de
Sousa Coutinho embarca em Elsenor para a 1ª missão diplomática à
Suécia (19 de Maio)
Tratado de
confederação e aliança entre D. João IV e Luís XIII de França (1 de
Junho)
Francisco de
Sousa Coutinho é recebido pela rainha Cristina da Suécia (10 de
Junho)
Tratado de
paz, navegação e comércio, de Haia, por 10 anos, entre D. João IV e
os Estados Gerais das Províncias Unidas (12 de Junho)
Tratado de
paz de Estocolmo entre D. João IV e Cristina, rainha da Suécia (29
de Junho)
Chega a
Portugal o Embaixador do principado da Catalunha. (8 de Julho).
Guarnição de
Ceuta decide passar para a dependência de Madrid. |
John
Milton,
Reformation in England.
António de
Freitas Africano,
Primores Políticos e Regalias de nosso Rey Don Joan o IV.
António Pais
Viegas,
Manifesto do Reino de Portugal, no qual se declara o direito, causa
e o modo que teve para eximir-se da obediência do rei de Castela e
tomar a voz de D. João IV
Descartes,
Meditationes de prima philosophia.
Publicação da
Gazeta em que se relatam as novas todas que houve
nesta Corte e que vieram de várias partes, de Novembro de 1641"
Padre António
Vieira volta a Lisboa.
Surgem os
suplicianos. |