Revolução
francesa: a Constituição do Ano III da Revolução; instalação do
Directório.
Napoleão
derrota os realistas em Paris.
Franceses
ocupam Utrecht (16 de Janeiro).
Revolta em
Amsterdão (17 de Janeiro).
Proclamada a
República da Batávia (19 de Janeiro).
Tropas
francesas ocupam Amsterdão (20 de Janeiro).
Vendeianos
chegam a acordo com o governo francês na Paz de La Jaunaie (15 de
Fevereiro).
Tumultos em
Paris (1 de Abril).
Paz de
Basileia (5 de Abril).
Adoptado o
metro como medida padrão (7 de Abril).
Fundação da
Escola Politécnica de Paris.
Napoleão
entra em Milão (15 de Maio).
Morre o
Delfim de França, que devia ser Luís XVII. Segue-se Luís XVIII, rei
em 1814 (8 de Junho).
Capitulação
do Luxemburgo (25 de Junho).
Desembarque
britânico em Quiberon, na Bretanha (27 de Junho).
Terceira
Constituição Francesa (23 de Agosto).
Franceses
ocupam Mannheim (20 de Setembro).
França anexa
Países Baixos do Sul e o principado de Liège (1 de Outubro).
Repressão dos
realistas em Paris, destacando-se a actuação de Napoleão (5 de
Outubro).
Regime do
Directório
(3 de Novembro).
Derrota dos
austríacos em Loano, no Piemonte (Novembro).
Armistício
com a França (19 de Dezembro).
Batalha de
Diamond em
Loughgall, Irlanda. Fundada a Orange Order (21 de Setembro).
Terceira
partilha da Polónia
(24 de Outubro).
Estanislau II
da Polónia abdica (25 de Novembro). |

Chegam a
Lisboa os restos do exército do Rossilhão (20 de Agosto). Portugal
fica fora de discussão na Paz de Basileia.
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Leopold
von Ranke
(1795-1886)ö1818.
A Marselhesa
adoptada
oficialmente como hino nacional da França (15 de Julho). |
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Luxemburgo
(Grand-Duché du Luxembourg).
2 586 km2 e 388 000
habitantes. O território fazia parte da Baixa-Lorena e esteve sucessivamente
integrado nos ducados do Limburgo, do Brabante e da Borgonha; viveu as
vicissitudes da parte sul dos Países Baixos, ficando na dependência dos
Habsburgos espanhóis e austríacos; apesar de parte do território ter sido
conquistado pela França segunda metade do século XVII; integrado na França
de 1795 até 1815, eis que, a partir do Congresso de Viena, se
transforma num grão-ducado que é atribuído ao rei da Holanda, Guilherme de
Nassau, passando a integrar a Confederação Germânica. Em 1831, a parte sul
do território passou para a Bélgica e o restante ficou na posse do rei da
Holanda, embora integrado na Confederação Germânica; em 1867, depois da
dissolução da Confederação Germânica, no ano anterior, obtêm a soberania,
embora sob o estatuto de neutralidade. Em 1890, com a extinção da linha
masculina da família real holandesa, o grão-ducado passou para outro ramo da
família Nassau; foi ocupado pela Alemanha entre 1914 e 1918; voltou a ser
ocupado entre 1940 e 1944; em Abril de 1946, surge o Benelux; em 1948 aderiu
à NATO; em 1951, participou na fundação da CECA.
Em
1795, a França revolucionária ocupa os Países Baixos, constituindo
uma república Batávia, um verdadeiro satélite de Paris, que, em Junho
de 1806, se transformou, por acção de Napoleão, no reino da Holanda,
atribuído Luís, irmão de Napoleão e pai do futuro Napoleão III, que, quatro
anos depois, parcelizado em 8 departamentos, era simplesmente anexado ao
Império francês.
Batava,
República Nome
dado às Províncias Unidas, quando, em
1795, passaram a Estado-satélite da França revolucionária; Napoleão
transformou-a em 1806 no reino da Holanda
© Editado por José Adelino Maltez em Dili, Universidade Nacional de Timor Leste, ano de 2008
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