© José Adelino Maltez, Crónica do Pensamento Político, editada em Dili, na ilha do nascer do sol, finais de 2008

 

 

 

1795: Directório e 3ª partilha da Polónia

 

 

 

1790 1791 1792 1793 1794 1795   1796 1797 1798 1799 1800

 

  Século XVI  Linha do Tempo

 

Jorge III rei britânico (1760-1820)

 

Carlos IV, rei de Espanha (1788-1808)

 
 
Revolução francesa: a Constituição do Ano III da Revolução; instalação do Directório

Napoleão derrota os realistas em Paris.

Franceses ocupam Utrecht (16 de Janeiro).

Revolta em Amsterdão (17 de Janeiro).

Proclamada a República da Batávia (19 de Janeiro).

Tropas francesas ocupam Amsterdão (20 de Janeiro).

Vendeianos chegam a acordo com o governo francês na Paz de La Jaunaie (15 de Fevereiro).

Tumultos em Paris (1 de Abril).

Paz de Basileia (5 de Abril).

Adoptado o metro como medida padrão  (7 de Abril).

Fundação da Escola Politécnica de Paris.

Napoleão entra em Milão (15 de Maio).

Morre o Delfim de França, que devia ser Luís XVII. Segue-se Luís XVIII, rei em 1814 (8 de Junho).

Capitulação do Luxemburgo (25 de Junho).

Desembarque britânico em Quiberon, na Bretanha (27 de Junho).

Terceira Constituição Francesa (23 de Agosto).

Franceses ocupam Mannheim (20 de Setembro).

França anexa Países Baixos do Sul e o principado de Liège  (1 de Outubro).

Repressão dos realistas em Paris, destacando-se a actuação de Napoleão (5 de Outubro).

Regime do Directório (3 de Novembro).

Derrota dos austríacos em Loano, no Piemonte (Novembro).

Armistício com a França (19 de Dezembro).

 

 

Batalha de Diamond em Loughgall, Irlanda. Fundada a Orange Order (21 de Setembro).

 

Terceira partilha da Polónia (24 de Outubro).

Estanislau II da Polónia abdica (25 de Novembro). 

 

Chegam a Lisboa os restos do exército do Rossilhão (20 de Agosto). Portugal fica fora de discussão na Paz de Basileia.

 

 

 

 
Leopold von Ranke (1795-1886)ö1818.

A Marselhesa adoptada oficialmente como hino nacional da França (15 de Julho). 

 

Luxemburgo (Grand-Duché du Luxembourg). 2 586 km2 e 388 000 habitantes. O território fazia parte da Baixa-Lorena e esteve sucessivamente integrado nos ducados do Limburgo, do Brabante e da Borgonha; viveu as vicissitudes da parte sul dos Países Baixos, ficando na dependência dos Habsburgos espanhóis e austríacos;  apesar de parte do território ter sido conquistado pela França segunda metade do século XVII; integrado na França  de 1795 até 1815, eis que, a partir do Congresso de Viena, se transforma num grão-ducado que é atribuído ao rei da Holanda, Guilherme de Nassau, passando a integrar a Confederação Germânica. Em 1831, a parte sul do território passou para a Bélgica e o restante ficou na posse do rei da Holanda, embora integrado na Confederação Germânica; em 1867, depois da dissolução da Confederação Germânica, no ano anterior, obtêm a soberania, embora sob o estatuto de neutralidade. Em 1890, com a extinção da linha masculina da família real holandesa, o grão-ducado passou para outro ramo da família Nassau; foi ocupado pela Alemanha entre 1914 e 1918; voltou a ser ocupado entre 1940 e 1944; em Abril de 1946, surge o Benelux; em 1948 aderiu à NATO; em 1951, participou na fundação da CECA.

Em 1795, a França revolucionária ocupa os Países Baixos, constituindo uma república Batávia, um verdadeiro satélite de Paris, que, em Junho de 1806, se transformou, por acção de Napoleão, no reino da Holanda, atribuído Luís, irmão de Napoleão e pai do futuro Napoleão III, que, quatro anos depois, parcelizado em 8 departamentos, era simplesmente anexado ao Império francês.

Batava, República Nome dado às Províncias Unidas, quando, em 1795, passaram a Estado-satélite da França revolucionária; Napoleão transformou-a em 1806 no reino da Holanda 

© Editado por José Adelino Maltez em Dili, Universidade Nacional de Timor Leste, ano de 2008

 

Última revisão:15-02-2009