© José Adelino Maltez, Crónica do Pensamento Político, editada em Dili, na ilha do nascer do sol, finais de 2008

 

 

 

 

560-569: S. Martinho de Dume e Lombardos em Itália

 

S. Martinho de Dume

 

550-559   560-569     570-579  580-589  590-599

 

Séculos I a V  Linha do Tempo   Século XI

   
Morte de Clotário I. O reino volta a ser dividido, com destaque para a Nêustria, com Paris e Soissons, dominada pelos Francos Sálicos, e a Austrásia, a Leste, dominada pelos Francos Ripuários.

Chilperico, rei da Nêustria (561-584). Sigeberto I, rei da Austrásia (561-575). Cariberto I, rei de Paris (561-568). Gontran, rei da Borgonha (561-593)

Morte de Belisário e Justiniano I (565). Justino II, sobrinho do antecedente, novo imperador do Oriente (565-578).

No Ocidente, em 565, os Bizantinos dominam Córdova, o Norte de África, bem como a Itália, a Córsega, a Sardenha e a Sicília.

Fundado o Império Turco Orghuz (565), em torno de Samarcanda e Bactros.

Lombardos chegam a Itália (565). Viviam no curso inferior do Elba, combatendo os Érulos e os Gépidas. Aliam-se aos Awares, os sucessores dos Hunos.

Com a saída dos generais de Justiniano, a Itália é invadida pelos Lombardos, que se fixam em Pavia, estabelecendo, no Sul, os ducados de Spoleto e Benevento.

Os Bizantinos ficam-se por Ravena, sob a autoridade de um Vice-Rei ou Exarca.

Avares no Danúbio (568). Pressionam os Lombardos que atravessam os Alpes, em direcção a Itália.

Sob o comando de Alboim conquistam Verona e entram em Milão (Setembro de 569).

Lombardos ocupam o Norte de Itália (568-572).

O rei Alboíno vai fundar um reino em Itália, com a capital em Pavia e ducados lombardos em Spoleto e Benevente. As regiões costeiras de Veneza, Ravena, Roma e Nápoles continuam bizantinas. Passam do arianismo ao catolicismo, mas têm forte desconfiança do Papa.

O domínio lombardo de Itália vai durar até 774. Os outros dois grandes reinos bárbaros do Ocidente são o dos visigodos e dos francos, estes abrangendo a Austrásia, a Alemânia, a Baviera, a Burgúndia, a Nêustria, a Aquitânia e a Provença. 
Primeiro concílio bracarense do reino suevo, onde participa Martinho de Dume (1 de Maio de 561)*.

O metropolita de Braga, Lucrécio, ainda insiste na necessidade de condenação do priscilianismo.

Dá-se a solene conversão dos Suevos.

Atanagildo casa as suas duas filhas com Sigeberto da Austrásia e Chilperico da Nêustria (568).

Atanagildo morre de morte natural. Desde Eurico é o primeiro a que acontece tal (568).

Liuva I, rei visigodo (568-572).

Reparte a coroa com o irmão Leovigildo, (568-586). Este conquista Leão e Zamora aos Suevos (569).

Ambos dão conhecimento ao Império Bizantino da elevação ao trono, pedindo confirmação.

Aliás, Leovigildo, depois de vencer os Suevos, chega a mandar cunhar moeda onde no reverso põe o busto de Justino II.

 
Papa João III (561-574).

Santa Columba funda o mosteiro de Iona (566). 

© Editado por José Adelino Maltez em Dili, Universidade Nacional de Timor Leste, ano de 2008

 

Última revisão:15-02-2009