© José Adelino Maltez, Crónica do Pensamento Político, editada em Dili, na ilha do nascer do sol, finais de 2008

 

 

 

                   

720-729: Covadonga e o começo da reconquista cristã. A questão iconoclasta

 

 

700-709 710-719  720-729 730-739 740-749 750-769 760-769 770-779 780-789 790-799 

 

Séculos I a V  Linha do Tempo   Século XI

   
Leão III manda executar o ex-imperador Anastácio II que era apoiado pelos Búlgaros (720).

 

Início da questão iconoclasta (726), com decreto de Leão III* que proíbe o culto dos santos e das imagens.

Árabes retomam a ofensiva na Ásia Menos (726).

Revolta na Grécia e na Itália contra as medidas iconoclastas (727)

Em Itália, o rei Lombardo Liutprando aproveita a ira popular e trata de invadir o Exacrado, apoderando-se também de Bolonha.

Veneza, aliada de Bizâncio (727).

Lombardos conquistam Bolonha e Sutri (728). 
Califa Yazid II ou Yesid II, primo de Omar (720-724).

Árabes cupam Narbonne (720). Atacam Toulouse (721). Eudes, duque da Aquitânia vence os muçulmanos (721).

Vitória dos cristãos sobre os Árabes em Covadonga (722).

 

Califa Hicham ou Hescham (724-743).

Muçulmanos conquistam Carcassona e saqueiam Autun (725).

 
Cristianização dos alamanos (724).

Papa Gregório II recusa pagar tributo a Bizâncio (725).

Imperador Leão III emite decreto proibindo o culto das imagens (726). A maior parte do culto dos santos e das relíquias é uma espécie de sucedâneo do culto dos deuses pagãos. Os decretos iconoclastas são abolidos em 787 e 842. Roma nunca seguiu esta tentativa de purificação cristã.

Papa condena as medidas iconoclastas (727).

 

 
 

© Editado por José Adelino Maltez em Dili, Universidade Nacional de Timor Leste, ano de 2008

 

Última revisão:15-02-2009