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Veneza
submete-se aos francos (810).
Rei da
Dinamarca faz pilhagens na Frísia, nos domínios de Carlos Magno
(810).
Búlgaros vencem
os Bizantinos na batalha de Virbitza (811), onde morre
Nicéforo I, sucedendo-lhe Staurakios (811) e Miguel I (811-813).
Reacção contra
a política religiosa de Nicéforo.
Búlgaros
invadem a Trácia (812) e cercam Constantinopla, depois de vencerem a
batalha de Versinikia (813).
Paz entre
Carlos Magno e Bizâncio (812).
Revolta na
Aquitânia (812).
Imperador
Leão V, o
Arménio, do Oriente (813-820). Expulsa os Búlgaros da Trácia, depois
de os vencer na batalha de Mésembria (813).

Morte de
Carlos Magno
(814). Sucede-lhe, como imperador augusto dos
Romanos,
o filho Luís I, o Pio, o Piedoso, ou le Débonnaire
(814-840)*. Casa com Judite da Baviera em 818. Emite a Ordinatio Imperii, de 817.
Regresso à
política iconoclasta em Bizãncio (814).
Concílio de
Santa Sofia. Leão V depõe o patriarca Nicéforo. Reaberta a questão
iconoclasta (815).
Assinada paz
entre Bizantinos e Búlgaros (816).
Lotário I,
filho de Luís I, o Pio, rei de Itália (818-844).
Henrique I
(819-936), rei da Suábia. Pai de Otão I.
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Bispo galego
encontra uma sepultura da época romana e diz que é do apóstolo
Santiago (810).
Começa novo culto com peregrinações de toda a Europa pela Estrada de
Santiago.
Íñigo Arista de
Pamplona (810-852), rei de Navarra.
Revolta do
Arrabalde em Córdova (813).
Introdução do
rito Maliquita
no Andaluz (816). Movimento fundado por Málique Ibne Anas, morto em
795.
Revolta nos
arredores de Córdova (817). |
João Escoto
Erígeno, irlandês (c. 810- c. 877).
Papa Estevão
V (816-817).
Eleição papal não reconhecida pelo Imperador.
Papa S.
Pascoal I (817-824). Eleição papal não reconhecida pelo
Imperador.
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