© José Adelino Maltez, Tópicos Político-Jurídico, texto concluído em Dili, na ilha do nascer do sol, finais de 2008
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D. Luís da Cunha (1662-1749)
...foi preciso que as tais manufacturas caíssem, porque os chamados cristãos-novos os sustentavam e os seus obreiros que nelas trabalhavam eram em grande número, foi necessário que se espalhassem e fossem viver em outras partes e tomassem outros ofícios para ganharem o seu pão, porque ninguém se quis deixar morrer de fome.
•Embaixador de D. Pedro II, D. João V e D. José I em Viena, Haia e Paris. Indica a D. José I a figura de Sebastião José de Carvalho e Melo. Insurge-se contra a política de D. João V, que considera influenciado por uma seita, da nobreza, da Inquisição e dos jesuítas. •No Testamento Político propõe expressamente a mudança da capital do reino para o Rio de Janeiro. Por isso é que, com a separação do Brasil e a consequente extinção do sonho armilar do Reino Unido, o reino original também deveria ter mudado de nome, assumindo a fidelidade ao espaço maior do Portugal universal, incompreendido por certos linearismos ideológicos e pelos interesses rasteiros de certo mercantilismo lisboeta.
1 Magalhães (1967), pp. 304 segs; Serrão, DHP (1978), II, pp. 256-258.
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Última revisão:05-03-2009