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O [estado de comércio]
pobre é quando necessita de mais fazendas e frutos do que tem para
dar; porque necessariamente paga o excesso em dinheiro.Nós estamos
neste terceiro estado de comércio e esta é a única causa por que os
estrangeiros tiram dinheiro ao reino: eles o confessam assim.
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Autor
português, defensor do mercantilismo.
Discurso
sobre a Introdução das Artes,
1675.
Discursos
Políticos e Obras Métricas,
Lisboa, 1721.
Obras,
Lisboa, António Isidoro da Fonseca, 1743
1 Magalhães
(1967), pp. 258 segs; Sérgio, António, Antologia dos Economistas
Portugueses, pp. 165 segs; Serrão, Joel, dir., Dicionário de
História de Portugal, IV, Lisboa, Iniciativas Editoriais, 1978,
pp. 113-114.
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