Marco Aurélio (121-180)

                                                                                                                    

 

A perfeição traz consigo que se viva cada dia como se fosse o último

 

•Destaca a concórdia como um reflexo da ordem divina do universo e da lei que o rege, a razão do homem, pelo que as várias pátrias físicas estão para a comunidade humana como as famílias para a cidade:

Se a inteligência nos é comum a todos, também o é a razão que faz com que sejamos racionais. Sendo assim, também a razão imperativa daquilo que se deve fazer ou não fazer nos é comum; e assim também a lei é comum; portanto somos concidadãos: portanto participamos todos no mesmo regime civil; portanto o mundo é como uma cidade.

 

Pensamentos. Cfr. trad. port. de João Maia, Lisboa, Livros Unibolso, 1971.

 

Morais, Carlos Bizarro, «Marco Aurélio», in Logos, 3, cols. 631-635.

 

 

 

 

Última revisão:15-02-2009