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Anne-Robert-Jacques Turgot,
Barão de l'Aulne
(1727-1781)
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O
legislador não tem que saber o que é ou o que foi, mas sim o que
deve ser. Os direitos dos homens não se fundam na sua história, mas
na sua natureza.
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•Discípulo de Quesnay
e de Gournay, colaborador da Enciclopédia. Começa a sua vida profissional
como intendente em Limousin e passa, depois, a colaborador directo
de Luís XVI, ensaiando uma política de reformas entre 1774 e 1776.
Mas, depois de inspirar a tentativa de liberalização do comércio de
cereais em 1776, acaba por cair em desgraça.
•Em nome do
laissez faire, defende a liberdade do artesanato e da produção,
criticando os monopólios e as corporações. Em nome do laissser
passer, critica os direitos aduaneiros que impendiam sobre as
mercadorias transportadas de uma província para a outra, dentro do
mesmo reino.
Assim se mostra um consequente discípulo de Adam Smith.
• As suas obras
apenas são publicadas em 1808 por Dupont de Nemours.
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 Éloge
de Vincent Gournay,
1759.
 Discours
sur les progrès sucessifs de l'esprit humain,
1750.
 Discours
sur les avantages que l'établissement du christianisme a procuré au genre
humain,
1750.
 Lettres
sur la Tolérance adressées à un grand-vicaire,
1753.
 Les
Conciliateurs ou Lettre d'un Ecclesiastique à un Magistrat sur la Tolérance
Civile,
1754.
 Refléxion
sur la Formation et la Distribution des Richesses.
Obra escrita em 1766, mas
apenas publicada em 1769-1770.
 Papier Monnaie.
Obra escrita em
1784, mas apenas publicada em 1769-1770.
1
Gierke (NL,1938), pp. 166, 309 e 36; Maltez (ESPE, 1991), I, p. 158.
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