© José Adelino Maltez, Tópicos Político-Jurídicos, revisão feita em Dili, finais de 2008, e concluída no exílio procurado da Ribeira do Tejo, começos de 2009
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Fim da história
No epílogo das cinco estações entre o verão setentrional de 1989 – a chamada “revolução de 1789–eo aprofundamento da crise do Leste europeu, a que se veio somar o conflito do Golfo, a fermentação política desse inquietante virar-a-década soa como um desmentido brutal à tese do ex-diretor-adjunto de planejamento no Departamento de Estado, Francis Fukuyama, sobre “o fim da História”. E que desmentido, se considerar a presunção profética desse harvardiano transformado em tecnocrata das relações internacionais! A História continua quente, nem há dúvida – quente, explosiva e imprevisível. Em vez de assistirmos ao seu fim, o que estamos é testemunhando a agonia do historicismo: a morte – já vai tarde! – das arrogantes teorias de uma lógica da História
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© José Adelino Maltez |

Última revisão:06-05-2009
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