© José Adelino Maltez, Tópicos Político-Jurídicos, revisão feita em Dili, finais de 2008, e concluída no exílio procurado da Ribeira do Tejo, começos de 2009
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Nihilismo Podemos servir-nos no nihilismo como um martelo formidável, para quebrar, suprimir as raças que degeneram e morrem, abrir a via a uma nova ordem de vida, inspirar ao que degenera e perece o desejo do fim De nihil, ou nada. Para Bergson, o nada tem sido o motor da especulação filosófica, porque o pensar só suprime uma parte do todo e não o próprio todo (Ferrater Mora).Segundo Heidegger, o nada não é a negação de um ente, mas aquilo que possibilita o não e a negação. Foi Ivan Turguenev (1818-1883), no romance Pais e Filhos, de 1862, que cunhou a expressão nihilismo, a propósito do protagonista Bazarov, para quem só poderíamos vangloriar-nos da estéril consciência de compreendermos, até um certo ponto, a esterilidade do que existe.
Ver Abellio, La Fin du Nihilisme, 1943.
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© José Adelino Maltez |

Última revisão:12-04-2009
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