© José Adelino Maltez, Tópicos Político-Jurídicos, revisão feita em Dili, finais de 2008, e concluída no exílio procurado da Ribeira do Tejo, começos de 2009
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Rials, Stéphane Considera que o Estado, porque é racionalidade, se confunde com a própria ideia de crise: de uma maneira estrutural, o Estado é intrínsecamente crise.. a acracterística do estado que aparece e se desenvolve ao mesmo tempo que a consciência histórica, é a de gerir as crises de modo dinâmico. E isto porque na vida do Estado o normal é não haver normalizações de comportamentos sociais, tal como na história nada se repete e tudo se transformar num processo que é sempre encadeamento de processos. Considera assim que o Estado é o lugar onde a sociedade se reflecte, se mediatiza, se pensa, se torna a instância onde se têm de regular o conjunto das crises e das tensões da sociedade. Ö Crise. · Les Idées Politiques du Président Georges Pompidou Paris, PUF, 1975. · Droit Constitutionnel Paris, Montchrestien, 1981 3ª ed., com Catherine Clessis e Patrick Wajsman. · De Trochu à Thiers 1870-1873 Paris, Association pour la Publications d’une Histoire de Paris, 1988. · Révolution et Contre-Révolution au Xxe Siècle Paris, Albatros, 1987. · La Déclaration des Droits de l’Homme et du Citoyen Paris, Hachette, 1988. · Les Phénomènes Révolutionnaires en France du Moyen Age à Nos Jours Paris, Fayard, 1989. Com Frédéric Bluche · La Révolution Française Paris, PUF, 1992, 3ª ed., com Fédéric Bluche, Jean Tulard . · Dictionnaire de Philosophie Politique Paris, PUF, 1996. Com Philippe Raynaud.
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© José Adelino Maltez |

Última revisão:12-04-2009
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