Algumas têm sido as referências bibliográficas portuguesas, brasileiras e galegas à obra por mim produzida, nomeadamente em:

 

Em dissertações de doutoramento e de mestrado:

Mendo Castro Henriques, A Filosofia Civil de Eric Voegelin, Lisboa, Universidade Católica, 1994

Carlos Eduardo Pacheco do Amaral, Regionalismo e Estado das Autonomias, dissertação de doutoramento, Universidade dos Açores, Ponta Delgada, 1997 (editado por Porto, Afrontamento, 1999).

António Carmo, A Longa Marcha das Religiões da China, Macau, Fundação Macau, 1994;

João Manuel Ricardo Catarino, Para uma Teoria Política do Tributo, Lisboa, Centro de Estudos Fiscais, 1999.

Helena Pires Rego, A Nova Rússia, Lisboa, ISCSP, 2000 (dissertação de mestrado apresentada em 1998)

Paula do Espírito Santo, O Processo de Persuasão Política, Lisboa, ISCSP, 1997

Manuel Meirinho Martins, As Eleições Autárquicas e o Poder dos Cidadãos, Lisboa, Vega, 1997

Elísio Gala, A Filosofia Política de Álvaro Ribeiro, Lisboa, Fundação Lusíada, 1999

Edson Aguiar de Vasconcelos, Direito Administrativo Brasileiro. Origem, Evolução e Perspectiva, Rio de Janeiro, Editora Forense, 2000.

 

Em manuais universitários:

Adriano Moreira, Teoria das Relações Internacionais, Coimbra, Almedina, 1996 (nas edições posteriores a 1998, foi convenientemente apagada a honrosa referência que me era feita como iniciador da recolha das lições em causa e que, com verdade, nunca merecera, sendo assim revista a história do mundo).

Jorge Miranda, Manual de Direito Constitucional, Tomo I, Coimbra, Coimbra Editora, 1996

Jorge Miranda, Manual de Direito Constitucional, Tomo III Estrutura Constitucional do Estado, Coimbra, Coimbra Editora, 1998

Paulo Otero, Direito Administrativo, Lisboa, 1998 – relatório do concurso para professor associado da Faculdade de Direito de Lisboa.

Paulo Otero, Lições de Introdução ao Estudo do Direito, Lisboa, 1999;

Paulo Ferreira da Cunha, Lições de Filosofia Jurídica. Natureza & Arte do Direito, Coimbra, Almedina, 1999 (obra que me é dedicada);

Ricardo Leite Pinto, José de Matos Correia e Fernando Roboredo Seara, Ciência Política . Direito Constitucional. Introdução à Teoria Geral do Estado, Oeiras, Livraria Republicana, 2000 (1ª ed. 1995);

 

Outras:

Mendo Castro Henriques e Nuno Lobo, Is the mainstream a flood? Voegelin’s Receptiom and Political Theory in Portugal, comunicação apresentada no XLIV Congresso da American Political Science Association, Boston, 3 e 4 Setembro de 1998)

Arlindo Rodrigues, Filipa Cunha, João Reis e Mendo Henriques, Educação para a Cidadania, com prefácio de Jorge Sampaio, Lisboa, Plátano Editora, 1999;

Alberto Sousa Lamy, A Academia de Coimbra. 1537-1990,  Lisboa, Rei dos Livros, 1990

Nuno Rogeiro, O Que é a Política?, Lisboa, Difusão Cultural, 1993

Mário Emílio Bigotte Chorão, O Bem Comum como Questão-Chave de uma Filosofia Pública para a Europa, Lisboa, O Direito, 1996;

Raul Marques e Xoxé Manuel Souto González, A Vontade Política de Crear un Espacio Europeo, Galiza, 1999

 

Destaques:

Destaco as comovedoras memórias das invocações e citações de alguns de queridos amigos já desaparecidos, como o Professor Doutor Francisco Lucas Pires, Portugal e o Futuro da União Europeia. Sobre as Revisão dos Tratados em 1996, Lisboa, Difusão Cultural, 1995;

Luís Viana de Sá, As Regiões, a Europa e a Coesão Económica e Social, Lisboa, Cosmos, 1994; O Lugar da Assembleia da República no Sistema Político, Lisboa, Caminho, 1994;  e A Crise das Fronteiras. Estado, Administração Pública e União Europeia, Lisboa, Cosmos, 1997. Os dois últimos trabalhos correspondem a dissertações de mestrado e doutoramento, em que tive a honra de ser formal orientador e que, certamente, contribuíram para que fosse afastado do livro de homenagem que a relação da Universidade Aberta com o líder do processo de avaliação universitária, Professor Doutor Adriano Moreia, promoveu, na sua saga de brilhante apagamento da minha intervenção em várias actividades posteriores a 1998.

César Oliveira, Os Anos Decisivos, Lisboa, Presença, 1997. Onde se destaca a minha atitude face ao melo-antunismo, na fase da vida portuguesa posterior a 25 de Novembro de 1975.

António Quadros, A Ideia de Portugal na Literatura Portuguesa dos Últimos 100 Anos, Lisboa, Fundação Lusíada, 1989. Onde este meu querido mestre me dedica um desmerecido estudo sobre a minha escrita poética.

Almerindo Lessa, No Tempo do Meu Espaço, no Espaço do meu Tempo, Lisboa, Academia Internacional da Cultura Portuguesa, 1995.

 

Referências na Web

Recenseado pela Research Resources in Political Science  da Louisiana Ste University  

Recenseado pela Universidade de Arizona nos Political Science Personal Homepages, no âmbito da secção Political Theory

Incluído na lista internacional de Political Philosophers in the World, organizada pela Universidade de Bari, do Sito Web Italiano per la Filosofia

Colaborador do Réseau Européen Droit & Societé

As respectivas obras constituem bibliografia de ensino na Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra, na Universidade dos Açores, na Faculdade de Direito da Universidade Nova de Lisboa,  na Faculdade de Direito da Universidade do Minho e na Universidade de Cuiabá no Brasil

Referenciado na bibliografia escolástica internacional, a propósito de Luís Molina, bem como noutros sites, integrando a lista de links de ciência política da rede Lykos e outros

Integra o Legal Theory Links from Deborah Charles Publications

Inventariado pelo The Law Professor’s Network da Faculty of Law da Universidade de Cambridge, bem como da University of Pittsburgh School of Law.

Seleccionado pela página jurídica portuguesa Verbjurídico e pelo directório dos sites jurídicos portugueses

Utilizado como texto literário na Expo98 (A measure of Harmony, de Fernando Carvalho Rodrigues)

Incluído na lista de autores do Consejo Superior de Investigaciones Scientificas de Espanha, bem como nas bibliotecas on line da Library of Congress e da London School of Economics and Political Science. É também referido pelos sites da Universidade de Estrasburgo e da Faculdade de Economia da Universidade Nova de Lisboa

 

A respectiva obra poética teve algumas notas críticas:

Relativamente a No Princípio era o Mar, de 1980, surgiram, nomeadamente, referências de João Maia (Brotéria, Fevereiro de 1981) e páginas de artes e letras de O País (30 de Janeiro de 1981), O Primeiro de Janeiro (17 de Dezembro de 1980) e Resistência (Fevereiro de 1981).

 

A segunda obra poética, Pátria Prometida, de 1983, foi assinalada por António Quadros, em Tempo (24 de Maio de 1984), João Maia, em Brotéria (Janeiro de 1984), Barroso da Fonte, em Gil Vicente (Julho-Dezembro de 1983), A.C.R., em O Diabo (17 de Agosto de 1983).

 

Do mesmo modo foi recebida a terceira publicação, Na Raiz do Mais Além, de 1992. Saliente-se que a mesma foi antologiada em Nave da Palavra, do Brasil, em Julho de 2001. Neste país, estamos também integrados em Jornal da Poesia.

 

A minha quarta obra de poesia, Sphera, Spera, Sperança acabou por ser bem mais referida em revistas literárias do Brasil do que em Portugal, onde, apesar de tudo, mereceu um estudo nas páginas da resistente Brotéria, bem mais tolerante para com a heterodoxia teológica do que os que assumem a inquisição do literariamente correcto.

 

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Copyright © 1998 por José Adelino Maltez. Todos os direitos reservados.
Página revista em: 16-01-2009.