Estados Unidos da América 

 

 

Presidentes e Vices

Data posse

Principal candidato derrotado

Franklin Delano Roosevelt 

Henry A. Wallace         

1941-1945

Harry S. Truman          

1945     

04-03-1933

 

Harry S. Truman 

Alben W. Barkley         

1949-1953              

12-04-1945

1944  Thomas E. Dewey    

1948  Thomas E. Dewey   

     

Dwight David Eisenhower  Richard M. Nixon

1953-1961

20-01-1953

1952  Adlai E. Stevenson 

1956  Adlai E. Stevenson 

John Fitzgerald Kennedy    

Lyndon B. Johnson         

1961-1963

20-01-1961

1960  Richard M. Nixon

Lyndon Baines Johnson   

Hubert H. Humphrey       

1965-1969        

20-11-1963

1964  Barry M. Goldwater

Richard Milhous Nixon     

Spiro T. Agnew           

1969-1973

Gerald R. Ford           

1973-1974               

20-01-1969

1968  Hubert H. Humphrey

1972  George S. McGovern

Gerald Rudolph Ford 

Nelson A. Rockefeller    

1974-1977             

09-08-1974

 

James Earl (Jimmy) Carter    

Walter F. (Fritz) Mondale

1977-1981 

20-01-1977

1976  Gerald R. Ford

Ronald Wilson Reagan  

George H. W. Bush        

1981-1989                   

20-01-1981

1980  James E. (Jimmy) Carter

1984  Walter F. (Fritz) Mondale

George Herbert Walker Bush

J. Danforth (Dan) Quayle 

1989-1993               

20-01-1989

1988  Michael S. Dukakis

William Jefferson (Bill) Clinton

Albert A. (Al) Gore      

1993-2001         

20-01-1993

1992  George H. W. Bush

1996  Robert J. (Bob) Dole

 

George Walker Bush    

Richard B. (Dick) Cheney

2001-          

20-01-2001

2000  Albert A. (Al) Gore

 

 

Pelo tratado de Londres de 8 de Agosto de 1945, subscrito pelos Estados Unidos, pela URSS, o Reino Unido e a França, é instituído um tribunal internacional internacional para o julgamento dos maiores criminosos de guerra na Europa. O processo, dito de Nuremberga, começa em 20 de Novembro de 1945, havendo vinte e dois acusados. O mesmo modelo foi seguido no Extremo Oriente a partir de 19 de Janeiro de 1946, com vinte e cinco acusados.

 

1946

Surge a República das Filipinas (4 de Julho), como Estado independente e soberano, mas com 23 bases militares arrendadas aos Estados Unidos por um período de 99 anos.

 

1947

Truman passa a assumir a necessidade dos Estados Unidos to support peoples who are resisting attempted subjugation by armed minorities or by outside pressures, bem como assistirem os povos livres para estes encontrarem os seus próprios destinos pelos seus próprios meios. Neste sentido, surge o National Security Act (26 de Julho), instituindo tanto um National Security Council como uma Central Intelligence Agency.

A doutrina Monroe ao contrário

Isto é, os norte-americanos, ao acabarem com a tradição do isolacionismo, tratam de aplicar a doutrina de Monroe ao contrário. Jão não estão contra a Santa Aliança, querem eles próprios promover uma nova Santa Aliança e por isso logo mobilizam 400 milhões de dólares para ajudarem a Grécia e a Turquia... Entre os aliados ocidentais e os soviéticos, há um dramático bailado. Fracassa a reunião dos ministros dos estrangeiros dos Estados Unidos, da URSS, da França e do Reino Unido em Moscovo sobre a questão alemã (25 de Abril), tal como não produz resultado a conferência de Paris, entre Ernest Bevin, Georges Bidault e Molotov sobre o discurso de Marshall (27 de Junho a 2 de Julho) Se a URSS recusa formalmente o Plano (2 de Julho), logo reúnem em Paris os 16 países europeus que o aceitam (12 de Julho). Os soviéticos estão mais entretidos com o discurso de Andrei Jdanov, em que se definem literatura, arte e filosofia socialistas (24 de Julho). No Ocidente, a luta anticomunista recrudesce: cisão no Partido Socialista Italiano, donde emerge um Partido Social-Democrata, contrário à aliança com o PCI (9 de Janeiro); afastamento dos ministros comunistas do governo francês de Paul Ramadier (4 de Maio) e do governo italiano (13 de Maio) e ilegalização do partidos comunistas brasileiro e grego (27 de Dezembro). Também na CGT francesa se dá a dissidência da Force Ouvrière (19 de Dezembro), enquanto nos Estados Unidos o partido comunista é colocado fora da lei (Dezembro). Isto no ano em que De Gaulle anuncia a formação do RPF (Abril) que, nas eleições municipais de 28 de Outubro, obtém uns espectaculares 38%. Com efeito, em França, o gabinete de Paul Ramadier enfrenta uma onda grevista, quase insurreccional, bem detida pela mão de ferro do socialista Jules Moch, ministro do interior.

 

O Presidente Truman pede ao Congresso a concessão de 250 milhões de dólares para ajuda ao governo da Grécia, enunciando a doutrina de containment face ao comunismo, apoiar os povos livres que resistam às tentativas de servidão vindas de minorias armadas ou de pressões externas; anuncia a vontade de lutar, na Grécia, na Turquia e em qualquer parte do mundo contra o comunismo, apoiar os povos livres que resistem a tentativas de servidão exercidas contra eles por minorias armadas ou por pressões externas; abandonado o isolacionismo da doutrina de Monroe. Aí considera os Estados Unidos como a esperança do mundo livre contra o totalitarismo comunista, pedindo ajuda para apoiar quem na Europa quer resistir ao avanço de Moscovo, nomeadamente a Grécia e a Turquia.  (12 de Março)

 

O partido comunista é colocado fora da lei (Dezembro)

1949

Estados Unidos da América

Em 20 de Janeiro de 1949, Truman, ao tomar posse de novo mandato presidencial, anuncia o Point Four Program, dando continuidade ao New Deal

Surge nova equipa governamental, com Dean Acheson* a substituir Marshall, no cargo de Secretário de Estado.

Promete o envio de mais tropas norte-americanas para a Europa, mas não sustenta militarmente os chineses de Xiang Kai Chek, ao contrário do que era o propósito de Marshall.

 

Trumann, discurso inaugural

Não procuramos ganhar território. Não impusemos o nosso domínio a ninguém. Não pedimos quaisquer privilégios que não tenhamos tornado extensivos a terceiros

Apoiaremos as nações amantes da liberdade contra os perigos da agressão.

Que todas as nações, que todos os povos sejam livres de se governarem a si próprios conforme entenderem.

 

1950

Nos Estados Unidos, surge o anticomunismo da caça às bruxas (Novembro), protagonizada pelo senador Joseph Raymond McCharty (1908-1957).

Celebrizado por um discurso de Fevereiro de 1950, onde denuncia as inflitrações comunistas no Departamento de Estado, torna-se em 1953 o líder do “Government Operations Committe” do Senado, onde explora a opinião pública, fomentando o anticomunismo, em sucessivas e mediáticas audições públicas de investigação. 

Com efeito, a política norte-americana tanto foi marcada pela decisão de Truman em desenvolver o projecto de bomba de hidrogénio (30 de Janeiro), como pelo discurso de Mcharty em Wheeling (9 de Fevereiro), denunciando a existência de 57 comunistas no Departamento de Estado. Entrava-.se, efectivamente, na era da paranóia, tanto a Oeste como a Leste, com os norte-americanos a gastarem em defesa cerca de 20% do PNB e a estabelecerem um modelo de diplomacia total.

George Marshall é nomeado secretário da defesa (12 de Setembro) e o Senado vota o International Security Act contra o comunismo (23 de Setembro). Enquanto isto é criado o SHAPE (Supreme Headquarter Allied Powers in Europe), para o qual é nomeado Dwight Eisenhower (27 de Outubro), para quem As forças do bem e do mal estão unidas, armadas e opostas como poucas vezes antes na história. A liberdade opõe-se à escravidão, a luz à escuridão.

 

1951

Estados Unidos da América, através de uma carta subscrita por Acheson, apoiam o plano Pleven (27 de Janeiro)

Nos Estados Unidos, quando começam as emissões regulares de televisão a cores (24 de Dezembro), Julius e Ethel Rosenberg são condenados à morte, sob a acusação de terem cedido segredos nucleares aos soviéticos (Março). Serão executados em 19 de Junho de 1953.

No ano em que se inaugura a primeira central nuclear (Fevereiro) faz-se também um ensaio da primeira bomba termonuclear, a bomba de hidrogéneo, num atol da Micronésia (12 de Maio , naquilo que era então a maior explosão provocada pelo homem, dado ser cem vezes mais potente que as bombas lançadas sobre o Japão em 1945.

 

1953

O próprio Fuster Dulles, numa conferência de imprensa realizada em Paris (14 de Dezembro de 1953) chegou mesmo a proclamar que os Estados Unidos teriam que rever a respectiva política externa se a França não ratificasse a CED, dizendo tratar-se de um reexame trágico e fundamental. Contudo os sinais de Paris eram pouco animadores, como o manifestou a a turbulenta eleição do Presidente da República, René Coty (23 de Dezembro de 1953).

 

1954

Os Estados Unidos passam a apoiar o governo de Saigão, liderado por Ngo Dinh Diem. Norte-americanos e sul-vietnamitas não assinam os acordos de Genebra.

 

Conferência de Londres entre os seis, Estados Unidos, Canadá e Reino Unido; Tratado de Bruxelas é alargado à RFA e à Itália; recomendada a adesão da RFA à NATO (28 de Setembro)

 

1958

Acordo entre a CEEA e os Estados Unidos sobre a construção de centrais nucleares (29 de Maio)

 

1960

Assinado em Paris o tratado instituidor da OCDE que junta os ex-membros da OECE com o Canadá e os Estados Unidos da América (14 de Dezembro)

Estados Unidos protestam contra a orientação proteccionista da política agrícola comum (15 de Dezembro)

 

Estados Unidos protestam contra a orientação proteccionista da política agrícola comum (15 de Dezembro)

 

1961

Nos Estados Unidos John Kennedy, depois de tomar posse (20 de Janeiro), enreda-se no fracasso do desembarque na Baía dos Porcos (20 de Abril) de 2 000 militantes anti-castristas, apoiados pela CIA, mas promete que irá ultrapassar os soviéticos na corrida espacial, sendo lançado o primeiro norte-americano, Alan B. Shepard.

Tenta recuperar, com a assinatura do pacto Aliança para o Progresso (16 de Agosto), que se destinava a ser uma espécie de Plano Marshall para a América Central e do Sul, enquanto a Cuba de Fidel de Castro se assume como a primeira república democrática socialista da América Latina (1 de Maio).

 

1963

Nos Estados Unidos, a marcha pelos direitos cívicos liderada por Martin Luther King (1929-1968) mobiliza 200 000 pessoas (28 de Agosto de 1963), pouco antes de se tornar operacional o célebre telefone vermelho entre Washington e Moscovo (28 de Agosto de 1963).

Entretanto, dá-se o assassinato de John Kennedy (22 de Novembro de 1963) em Dallas

Sucede-lhe o vice-presidente Lindon B. Johnson, no ano em que já estão no Vietname cerca de 15 000 conselheiros norte-americanos.

 

1964

Distúrbios raciais nos Estados Unidos quando o presidente Johnson assina uma lei sobre os direitos cívicos dos negros (2 de Julho). No dia 15, Barry Goldwater é designado candidato republicano À presidência.

 

1965

Estados Unidos lançam o primeiro satélite comercial para comunicações, o Early Bird (6 de Abril). URSS lança primeiro satélite de comunicações (23 de Abril)

 

1977

Os Estados Unidos assistem à tomada de posse de um novo presidente, James Carter (20 de Janeiro)

 

1990

Nos Estados Unidos, terminam 62 dias de greve dos mineiros (Janeiro)

 

1999

Realiza-se em Washington a cimeira União Europeia-Estados Unidos. São adoptadas declarações conjuntas sobre o Sudeste da Europa, sobre a Chechénia, sobre a dimensão setentrional da Europa, sobre as armas ligeiras e sobre a Organização Mundial do Comércio (OMC). Nesta última declaração, as duas partes comprometem-se a prosseguir esforços com vista ao lançamento de um novo ciclo de negociações comerciais multilaterais abrangentes, salientando a necessidade de tornar os trabalhos da OMC mais transparentes e as negociações mais atractivas para os países em vias de desenvolvimento. Ambas as partes decidem igualmente reforçar a sua cooperação em matéria, nomeadamente, de Justiça e Assuntos Internos, bem como de biotecnologia (17 de Dezembro)

 

 

9 363 520 km2. 271 600 000 habitantes. A Constituição dos Estados Unidos da América, que foi assinada em 17 de Setembro de 1787, constitui o paradigma do federalismo, transformando numa união a anterior confederação dos Estados independentes, sucessores das treze colónias britânicas. Teve como principal modelo a constituição histórica britânica vigente no século XVII durante a época dos Tudor, ainda impregnada pelo pensamento medieval, quando a separação de poderes não era funcional, mas pessoal. O Rei não se limitava afunções executivas, dado que também exercia funções legislativas e judiciárias, tal como o parlamento. Era o government of fused powers (Huntington).Assim a constituição de 1787 em vez da separação de poderes, criou um governo de poderes distintos, mas sem separação de poderesComo assinala Hannah Arendt, se na revolução americana, enquanto revolução política o poder nascia quando e onde o povo se unia entre si e se ligava por meio de compromissos,pactos e garantias mútuas",na Revolução Francesa , enquanto revolução social,o poder é uma violência natural pré-política,"uma força que,na sua própria violência,tinha sido libertada pela revolução e,tal como um ciclone,havia varrido todas as instituições do antigo regime".Do mesmo modo enquanto a Revolução Americana se baseia na reciprocidade e na mutualidade, nos compromissos mútuos que assenta em associações e organismos constituídos por meio de acordos,já a Revolução Francesa  é marcada pela multidão cuja confiança veio de uma ideologia comum.Arendt refere mesmo que a Revolução Americana é maracada por uma ideia de pactum unionis, contrariamente à Revolução Francesa , onde triunfou a ideia de pactum subjectionis.Se o primeiro é marcado pelos princípios republicano  - que considera que o poder reside no povo - e federal - existem alianças duradouras sem perda de identidade dos aliados - , já o segundo aceita os da autoridade absoluta e o nacional -um representante da nação é um representante do todo.Se o primeiro se assume como compromisso e reciprocidade, feito na presença uns dos outros , sendo uma fonte de poder para cada pessoa individual, já o segundo é consentimento e abdicação do poder individual, feito na presença de um qualquer Deus e onde o governo adquire o monopólio do poder.( Sobre a Revolução, pp. 166 ss.)Luc Ferry e Alain Renaut consideram que a representação americana , que tem seguramente como horizonte político o liberalismo se... pressupõe filosoficamente uma concepção da história segundo a qual o real (social) é suposto reunir em si mesmo o ideal (dos direitos do homem) pelo simples jogo imanente de relações sociais animadas pelo contrário aparente do direito (o egoísmo do interesse privado), enquanto a representação francesa que tem como horizonte a ideia (pelo menos jacobina) de um poder omnipotente e constantemente activo, pressupõe  filosoficamente uma concepção voluntarista e ética do progresso"(op. cit., pp. 35-36), "quer, uma filosofia prática da história , para a qual o real é transformado de fora, pelos homens, em nome de um ideal de moral universal"No entanto,as duas revoluções são outros tantos marcos daquilo que Adriano Moreira qualifica como a Revolução Atlântica, desencadeadora do que uns designam por "regime político moderno"(Adhemar Esmein) e outros por "democracia constitucional"(C.J. Friedrich). Raymond Aron prefere, no entanto, a expressão "regime constitucional-pluralista" para designar a mesma realidade, dado considerar que o poder "é objecto de uma competição ,permanente e organizada, entre partidos que têm como fim ganhar tão frequentemente quanto possível, e de assegurar o enjeu desta competição (o exercício do poder) a título transitório",acrescendo o facto do subsistema político não só se diferenciar relativamente ao conjunto social como também dentro de si mesmo, dado que o Poder é distribuído entre funcionários ou administrados e homens políticos,estes, directa ou indirectamente, eleitos.Georges Lagarde,por seu lado,considera que enquanto a Revolução francesa constitui "o ramo masculino da Reforma",já o liberalismo é o seu "ramo feminino".Para este autor "no domínio filosófico, a Reforma lançou os germes dos individualismo...Como sementeira caída em solo mal preparado,foi-lhe impossível desenvolver-se logo.Só dois séculos mais tarde, o Aufklãrung fez germinar as esperanças do protestantismo".Por seu lado,Burke chega mesmo a considerar que a Revolução Americana foi "uma revolução evitada,não realizada".Ela foi apenas uma restauração das franquias coloniais retiradas pelo poder metropolitano,uma revolução que, paradoxalmente, foi levada a cabo por efectivos conservadores.Para Burke,com efeito, a Revolução Francesa foi um produto de "construtores" que meteram no "refugo" tudo o que "existia antes deles e decididos, como os desenhadores dos seus jardins a tudo pôr ao mesmo nível", decidiram dar a todos os corpos legislativos tanto o da nação como das respectivas subdivisões três bases distintas: uma geométrica ( a base territorial); outra aritmética (a base da população); a terceira,financeira ( a base da contribuição).Ora, "não há nada de mais enganador  em política do que  uma demonstração geométrica".(pp. 221-222)Ferrero considera mesmo que não houve uma,mas sim duas revoluções francesas.Uma começada em 5 de Maio de 1789 e outra em 14 de Julho do mesmo ano.A primeira que teve início na reunião dos Estados gerais em Versalhes,visava a reforma;  a segunda,desencadeada com a Tomada da Bastilha é que marca a revolução verdadeiramente revolucionária.A Revolução Francesa é, pois, uma revolução dupla.É "ao mesmo tempo,uma das mais audaciosas tentativas de orientação nova do poder e da sociedades, e uma das mais gigantescas, rápidas e violentas destruições da legalidade. As duas revoluções misturando-se, confundem-se, combatem-se, desfiguram-se até se tornarem mutuamente incompreensíveis;e no fim o grande medo provocado pela destruição total da legalidade do Antigo Regime, fazem perder a respiração à orientação nova,e faz chegar o grande projecto de libertação da humanidade à criação do Estado revolucionário,e a uma segunda revolução que é a negação da primeira". É a diferença que separa a intenção dos resultados,a revolução da pós-revolução.Com efeito,a Revolução francesa é mais Napoleão e Luís Filipe do que Robespierre ou Saint Just,tal como o liberalismo em Portugal é mais a moderação cartista do que o vintismo revolucionário.Foi o próprio Napoleão que declarou expressivamente:" a Revolução está encerrada; os seus princípios estão fixados na minha pessoa.O governo actual é o representante do povo soberano;não pode, pois, existir revolução contra o soberano".Do mesmo modo,Constant vale mais do que Rousseau.Era o primeiro que, aliás, a designava como  "a nossa afortunada revolução", chamando-lhe tal "mau grado os seus excessos,dado que me interesso só com os resultados".Como salientava Charles Péguy, uma revolução é um impulso de uma tradição menos perfeita para uma tradição mais perfeita, de uma tradição menos profunda para uma tradição mais profunda.

 

 

 

Secretários de Estado

Presidents

Secretários da Guerra e da Defesa (1949) 

Edward R. Stettinius     

1944-1945

Roosevelt

(1933)

Henry L. Stimson         

1940-1945

James F. Byrnes          

1945-1947

George C. Marshall        

1947-1949

Dean G. Acheson          

1949-1953

Truman

(1945)

 

Robert P. Patterson      

1945-1947

Kenneth C. Royall        

1947     

James V. Forrestal       

1947-1949

Louis A. Johnson         

1949-1950

George C. Marshall       

1950-1951

Robert A. Lovett         

1951-1953

John Foster Dulles       

1953-1959

Christian A. Herter      

1959-1961

Eisenhower

(1953)

 

Charles E. Wilson        

1953-1957 Neil H. McElroy          

1957-1959

Thomas S. Gates          

1959-1961

D. Dean Rusk             

1961-1969

Kennedy

(1961)

Johnson

(1963)

 

Robert S. McNamara       

1961-1968        

Clark M. Clifford        

1968-1969

William P. Rogers        

1969-1973

Henry A. Kissinger       

1973-1977  

Nixon

(1969)

Ford

(1974)

 

Melvin R. Laird          

1969-1973        

Elliot L. Richardson     

1973     

James R. Schlesinger     

1973-1975 

Donald H. Rumsfeld       

1975-1977               

Cyrus R. Vance           

1977-1980

Edmund S. Muskie         

1980-1981

Carter

(1977)

 

Harold Brown             

1977-1981        

Alexander M. Haig        

1981-1982        

George P. Shultz         

1982-1989        

Reagan

(1981)

Caspar W. Weinberger     

1981-1987        

Frank C. Carlucci       

1987-1989        

James A. Baker           

1989-1992

Lawrence S. Eagleburger  

1992-1993                 

George Bush

(1989)

Richard B. (Dick) Cheney 

1989-1993        

Warren M. Christopher    

1993- 1997

Madeleine K. Albright    

1997-2001      

B. Clinton

(1993)

Leslie (Les) Aspin       

1993-1994

William J. Perry         

1994-1997        

William S. Cohen         

1997-2001        

Colin L. Powell             

 2001-            

G. W. Bush

(2001)

 

Donald H. Rumsfeld      

 2001-            

 

 

 

Directores da CIA

Presidents

Chiefs of the Army Staff

 

Roosevelt (1933)

George C. Marshall     

1939-1945

Sidney W. Souers        1946     

Hoyt S. Vandenberg      1946-1947

Roscoe H. Hillenkoetter 1947-1950

Walter Bedell Smith     1950-1953

Truman (1945)

 

Dwight D. Eisenhower   

1945-1948

Omar N. Bradley        

1948-1949

Joseph L. Collins      

1949-1953

Allen W. Dulles         1953-1961

Eisenhower (1953)

 

Matthew B. Ridgway     

1953-1955

Maxwell D. Taylor      

1955-1959

Lyman L. Lemnitzer     

1959-1960

George H. Decker       

1960-1962

John A. McCone          1961-1965

William F. Raborn       1965-1966

Richard M. Helms        1966-1973

Kennedy(1961) Johnson (1963)

 

Earle G. Wheeler       

1962-1964

Harold K. Johnson      

1964-1968

William C. Westmoreland

1968-1972

James R. Schlesinger    1973

William E. Colby        1973-1976

George H. W. Bush       1976-1977

Nixon (1969)

Ford (1974)

 

Bruce Palmer           

1972

Creighton W. Abrams    

1972-1974

Frederick C. Weyand    

1974-1976

Bernard W. Rogers      

1976-1979

Stansfield Turner       1977-1981

Carter (1977)

 

Edward C. Meyer        

1979-1983

William J. Casey        1981-1987

William H. Webster      1987-1991

Reagan (1981)

John A. Wickham        

1983-1987

Robert M. Gates         1991-1993

George Bush (1989)

Carl E. Vuono          

1987-1991 Gordon R. Sullivan     

1991-1995

R. James Woolsey        1993-1995

John M. Deutch          1995-1997

George J. Tenet         1997-             

B. Clinton (1993)

Dennis J. Reimer       

1995-1999

Eric K. Shinseki       

1999-

 

G. W. Bush (2001)

 

 


 

© José Adelino Maltez. Cópias autorizadas, desde que indicada a origem. Última revisão em: