1956
 

Junho
Da independência da Tunísia à revolta de Poznam

 

Trabalhistas dos Países Baixos vencem as eleições legislativas (13 de Junho)

Governo de coligação entre populares e socialistas na Áustria, sob a presidência de Julius Raab (13 de Junho)

Assinado acordo sobre a concessão de independência à Tunísia (15 de Junho). Depois do acordo geral sobre a concessão de autonomia interna, de 3 de Junho de 1955, conseguido pelo governo de Mendès-France, o governo de Guy Mollet, desde Janeiro de 1956, desencadeou conversações diplomáticas, dirigidas por Roger Seydoux.

Itália: Palmiro Togliatti, então secretário-geral do PCI, em entrevista concedida à revista Nuovi Argomenti, proclama a tese do policentrismo para o movimento comunista mundial (17 de Junho)

Conferência diplomática em Bruxelas negoceia o que virá a ser o Tratado de Roma (26 de Junho). Destinava-se à preparação do aprofundamento da integração europeia, tendo-se reunido em Bruxelas a partir de 26 de Junho, concluindo os seus trabalhos nos começos de Março de 1957.

Sublevação dos operários de Poznam na Polónia (28 de Junho). Depois do levantamento operário de Poznam  e na sequência da desestalinização Khrutchevviana, Gomulka, reabilitado em 5 de Agosto, voltou ao poder, em 22 de Outubro, onde, aliás, se vai manter até 1971. Dias antes, entre 19 e 20 de Outubro, os principais dirigentes soviéticos chegaram mesmo a visitar Varsóvia. Por esta altura, dia 28, é também libertado o Primaz da Polónia.

Oposição republicana – Jantar de confraternização de oposicionistas, com discurso de Carlos Cal Brandão (10 de Junho).

 

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©  José Adelino Maltez, História do Presente (2006)

© José Adelino Maltez. Cópias autorizadas, desde que indicada a origem. Última revisão em: