

Vietname do Norte:
morte de Ho Chi Minh, sucedendo-lhe Ton Duc
Thang. Vo Nguyen Giap continua ministro da defesa (3 de Setembro)

Embaixador dos EUA no Brasil, Charles
Elbrick, é detido por um grupo de guerrilha
urbana (4 de Setembro). Três dias depois é libertado, por troca com
quinze presos políticos.

Golpe de Estado na Bolívia leva ao poder o general Ovando
Candia (26 de Setembro)

Eleições na RFA; manutenção da CDU-CSU, 46,1%, subida do SPD,
42,7%, descida do FDP, 5,8% (28 de Setembro).
Em 05-03-1969, com os votos do SPD e do FDP era eleito um novo
Presidente da República Federal da Alemanha, Gustav Heinemann. Depois,
nas eleições de 28-09-1969, apesar dos democratas-cristãos terem
conservado posições (46,1%), deu-se uma subida do SPD (42,7%) e uma
descida do FDP (5,8%). O que vem permitir a constituição de uma nova
coligação governamental entre o SPD e o FDP, tendo como chanceler Willy
Brandt, cujo governo toma posse em 21-10-1969.

Insurreição na Líbia derruba a monarquia, instalando um
conselho da revolução, liderado por Khaddafi (1 de Setembro)

Termina o conflito sino-soviético; encontro de Chu En Lai e
Kossyguine no aeroporto de Pequim (11 de Setembro)

Cimeira franco-alemã em Bona entre Pompidou e Kiesinger (8-9 de
Setembro)
CEE: reunião dos ministros dos estrangeiros dos Seis (15 de
Setembro)

As fronteiras do marcelismo – Em 28 de Setembro
começa a campanha eleitoral com três listas da oposição: comunistas e aliados na
CDE; socialistas na CEUD e monárquicos na CEM. A UN renova dois terços das
listas. Regressam marcelistas de 1961, como Camilo de Mendonça e Manuel José
Homem de Melo. Quatro candidatos do Porto apresentam manifesto autónomo
(Francisco Sá Carneiro, Joaquim Macedo, Joaquim Pinto Machado e José da Silva).
O contacto entre Melo e Castro, então apoiado pelo jovem Basílio Horta, e estes
candidatos é feito através de Mário Pinto que, então, vive no Porto, onde também
será o principal coordenador da SEDES.
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síntese do ano