Respublica Repertório Português de Ciência Política Edição electrónica 2004 |
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ANO:1970
| Destaques | Cronologia | Acontecimentos | Bibliografia | Personalidades | Livros do Ano | Falecimentos e Nascimentos |
| PORTUGAL | MUNDO | |
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Política |
· São criados Gabinetes de Planeamento (Janeiro) · Segunda grande remodelação governamental de Marcello Caetano (Janeiro) · União Nacional passa a designarse Acção Nacional Popular (Fevereiro) · Anunciada a criação da SEDES (Fevereiro) · Morte de Almada Negreiros (Junho) · Morte de Henrique Galvão (Junho) · Paulo VI recebe Amílcar Cabral, Agostinho Neto e Marcelino dos Santos (Julho) · Morte de Salazar (Julho) · Primeira mulher num governo português (Agosto) · Surge o MRPP (Setembro) · Começam as chamadas Reuniões Intersindicais (Outubro) · Acção armada da ARA (Outubro) · Ataque de tropas especiais portuguesas a Conakry (Novembro) · Inicio da discussão sobre a revisão da Constituição de 1933 (Novembro) · Abertura de conversações a nível ministerial entre Portugal e a CEE (Novembro)
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· Aprovado o Plano Barre (Janeiro) · Regulamento definitivo sobre o financiamento da PAC (Fevereiro) · Entra em vigor tratado de não proliferaçãodas armas nucleares (Março) · Começam as primeiras negociações SALT (Abril) · Tratado do Luxemburgo (Abril) · Primeiro Satélite chinês (Abril) · Negociações para entrada nas comunidades com a Noruega, a Dinamarca, a Irlanda e o Reino Unido · Tratado de Moscovo entre RFA/URSS; reconhecida a linha Oder/Neiss (Setembro) · Morte de Nasser (Setembro) · III Conferência dos Não Alinhados (Setembro) · Apresentado o Plano Werner sobre a União Económica e Monetária (Outubro) · Adoptado o Plano Davignon sobre a unificação política (Outubro) · Morte de Charles De Gaulle (Novembro) · Sakharov funda o Comité para a Defesa dos Direitos do Homem (Novembro) · Mao convida Nixon a visitar a China (Dezembro)
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Ideias |
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NACIONAL |
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· Janeiro 6 é criado um gabinete de Planeamento no Ministério das Corporações e da Previdência Social que vem a ser dirigido por Maria de Lurdes Pintasilgo. é o primeiro de uma série prevista pelo DL 49 194 de 19 de Agosto de 1969, visando a interligação dos diversos departamentos governamentais com vista à preparação do Plano de Fomento de Moçambique. Gabinetes de Planeamento são estruturas criadas pelo marcelismo junto dos principais ministérios. Têm responsabilidade na preparação e execução dos chamados planos de fomento. Seguem-se os equivalentes nas secretarias de Estado da Agricultura, Comércio e Indústria, em 13 de Março. São o viveiro dos chamados tecnocratas do marcelismo. 15 Segunda grande remodelação governamental de Marcello Caetano, com a criação dos cargos de Ministros Coordenadores. Veiga Simão, Ministro da Educação. Sá Viana Rebelo no Exército e na Defesa. Baltazar Rebelo de Sousa nas Corporações e Saúde. Rui Patrício nos Estrangeiros, em lugar de Franco Nogueira. Silva Pinto como secretário de Estado do Trabalho e Oliveira Martins, secretário de Estado dos Transportes e Comunicações
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· Fevereiro 17 Prisão de Francisco Salgado Zenha, impedido de realizar colóquio sobre o problema colonial na Faculdade de Direito de Lisboa. Raúl Rego com residência fixa. Também é preso Jaime Gama 20 e 21 Acção Nacional Popular. União Nacional, no seu V Congresso, passa a designar-se Acção Nacional Popular; Marcello Caetano substitui a expressão Estado Novo pela de Estado Social e proclama que a hora é de acção. Salazar ainda estava vivo. 25 Anunciada a criação da SEDES - Amílcar Cabral desloca-se aos Estados Unidos para intervir numa sessão de homenagem a Eduardo Mondlane promovida pela Universidade de Siracusa. Participa numa sessão da Comissão de Negócios Estrangeiros do Congresso
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· Março 1 Arantes e Oliveira, governador de Moçambique 13 Criados novos gabinetes de planeamento nos ministérios. - AIP promove Colóquio de Política Industrial para discutir as propostas de Rogério Martins sobre a nova política industrial
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· Abril 8 Discurso de Caetano contra as actividades de Mário Soares e dos seus amigos políticos 11 O líder dos estudantes de Coimbra, Alberto Martins, vai pedir benevolência a Américo Tomás. Veiga Simão acaba por amnistiar os estudantes implicados 20 Debate sobre Portugal no Conselho da Europa, criticando-se a violação dos direitos humanos 22 Sá Carneiro apresenta projecto de nova lei de imprensa 30 Convergência Monárquica. A oposição monárquica reúne-se no movimento Convergência Monárquica. Movimento de monárquicos oposicionistas ao Estado Novo, reunindo o Movimento Popular Monárquico, de Gonçalo Ribeiro Teles, fundado em 1957, a Renovação Portuguesa, de Henrique Barrilaro Ruas, fundada em Maio de 1962, e uma facção da Liga Popular Monárquica, de João Vaz de Serra e Moura, nascida em 1964. A união será a base do Partido Popular Monárquico surgido em 1974. Pouco antes, nas eleições de Outubro de 1969, a maioria deles apoiou a candidatura da Comissão Eleitoral Monárquica, enquanto Gonçalo Ribeiro Teles apareceu como candidato nas listas de Mário Soares. - Amílcar Cabral desloca-se à URSS - Miller Guerra apresenta Aviso Prévio sobre a questão da Universidade e Francisco Sá Carneiro propõe a revisão da Concordata
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· Maio 1 Manifestações oposicionistas 20 a 23 Marcello Caetano visita Espanha 26 I Encontro dos núcleos da ASP no estrangeiro tem lugar na Suécia 31 Nomeado o bispo negro D. Eduardo André Muaca - Costa Gomes assume-se como comandante chefe das forças armadas de Angola
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· Junho 4 Vorster visita Lisboa 15 Morte de Almada Negreiros 25 Morte no Brasil do capitão Henrique Galvão
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· Julho 3 Paulo VI recebe Amílcar Cabral, Agostinho Neto e Marcelino dos Santos, por ocasião da realização em Roma de uma Conferência Internacional de Solidariedade com os Povos das Colónias Portuguesas 23 Discurso de Marcello Caetano criticando a ala liberal 25 Em queda de helicoptero na Guiné, morrem vários deputados, entre os quais o guineense Pinto Bull e o líder da ala liberal Pinto Leite 27 Morte de Salazar - Greves da fome de prisioneiros políticos em Caxias - Prisão do Padre Mário de Oliveira, da Lixa
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· Agosto 3 Funerais de Salazar para o Vimieiro. Homília de Moreira das Neves e discurso de Afonso Queiró, pela Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra 12 Mário Soares é autorizado a vir a Lisboa para os funerais do Dr. João Soares. Vai depois instalar-se em Paris 20 A primeira mulher num governo português, Maria Teresa Lobo, subsecretária da saúde e assistência, toma posse
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· Setembro 18 MRPP. Movimento Reorganizativo do Partido do Proletariado. Fundado por Arnaldo Matos, secretário-geral, Fernando Rosas e João Machado.
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· Outubro 1 Intersindical. Começam as chamadas Reuniões Intersindicais de carácter clandestino entre membros das direcções sindicais oposicionistas, dominadas pelos comunistas, a maioria dos quais é oriunda do sindicalismo católico 2 SEDES. Associação para o Desenvolvimento Económico e Social. Depois de requerimento apresentado em 25 de Fevereiro, o respectivo funcionamento foi autorizado, através da aprovação dos estatutos. 3 Os oposicionistas Nuno Rodrigues dos Santos e Acácio Gouveia declaram-se partidários da defesa do Ultramar 10 Em entrevista ao Diário de Lisboa, Nuno Rodrigues dos Santos expressamente: o Ultramar pertence a todos nós, todos temos a obrigação de defender o Ultramar 26 ARA. Surge a primeira acção armada da Acção Revolucionária Armada, o braço armado do PCP, através de uma bomba no navio Cunene. O dirigente máximo da organização é Jaime Serra. A segunda acção é de 25 de Novembro contra equipamento militar destinado ao Ultramar (no mesmo dia em que Alpoim Calvão desembarca em Conakri). 30 João Salgueiro, membro da SEDES, abandona o governo 31 Mota Campos, novo Ministro de Estado
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· Novembro 19 a 23 Ataque de tropas especiais portuguesas a Conakry 24 Abertura de conversações a nível ministerial entre Portugal e a CEE 25 Desembarque em Conakri de Alpoim Galvão. Spínola e o Governo vai formalmente desmentir o facto - No mesmo dia, Centro reformista contra a anarquia e a ditadura. Francisco Sá Carneiro, em homenagem a Pinto Leite, defende a criação de um centro reformista contra a anarquia que tememos e contra a ditadura que não queremos - Na Assembleia Nacional inicia-se a discussão sobre a revisão da Constituição de 1933
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· Dezembro 16 Projecto de revisão da Constituição da ala liberal. Sá Carneiro apresenta um projecto de revisão global da Constituição, com Francisco Pinto Balsemão, Miller Guerra, Mota Amaral, Correia da Cunha, Magalhães Mota, Manuel Martins da Cruz e Joaquim Pinto Machado - Surge o jornal Bandeira Vermelha, órgão do MRPP
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· Ainda em 1970...
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INTERNACIONAL |
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· Janeiro 26 Aprovado o Plano Barre, acordo entre os Seis sobre a criação de um mecanismo de apoio monetário a curto prazo - Fim da Guerra do Biafra
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· Fevereiro 7 Adoptada a proposta de o regulamento definitivo sobre o financiamento da PAC
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· Março 5 Entra em vigor tratado de não proliferaçãodas armas nucleares 6 Conselho europeu atribui a Pierre Werner, chefe do governo e ministro das finaças do Luxembro, a tarefa de coordenar a elaboração de um relatório sobre a união monetária 19 Conversações entre Brandt e Stoph em Erfurt, na RDA
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· Abril 16 Começam em Viena as primeiras negociações SALT entre a URSS e os USA 21 e 22 Conselho Europeu decide a criação de recursos próprios da CEE, a substituição das contribuições financeiras dos Estados membros por recursos próprios das Comunidades; atribuição ao Parlamento Europeu de poderes orçamentais 22 Tratado do Luxemburgo, aumenta os opoderes orçamentais da Assembleia parlamentar; entrará em vigor em 1 de Janeiro de 1971 25 Entra em órbita o primeiro satélite chinês
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· Maio 21 Encontro entre Brandt e Stoph em Kassel, na RFA
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· Junho 5 França retoma o seu lugar no Conselho da UEO, que havia abandonado em Fevereiro de 1969 18 Conservadores vencem as eleições sob a liderança de Edward Heath 23 Assembleia Nacional francesa ratifica o Tratado do Luxemburgo 26 Dubcek excluído do PC checoslovaco 30 Abertura das negociações com vista ao alargamento com a Noruega, a Dinamarca, a Irlanda e o Reino Unido - Atribuído o Prémio Nobel a Soljenitsine
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· Julho 20 Submetido aos ministros dos estrangeiros o Plano Davignon
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· Setembro 12 Tratado de Moscovo entre RFA/URSS; reconhecida a linha Oder/Neiss; assim, a Polónia fica com os anteriores territórios alemães da Silésia, Pomerânia e Prússia Oriental; seguem-se idênticos tratados com a Polónia e com a Checoslováquia- Dezembro de 1973-, bem como o Acordo dos Quatro sobre Berlim - 1971 - e o Tratado entre a RDA e a RFA, de 1972 28 Morte de Nasser - III Conferência dos Não Alinhados em Lusaka com 52 países
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· Outubro 8 Apresentado o Plano Werner sobre a União Económica e Monetária; fixado para 1980 o termo da realização da união económica e monetária. 24 Salvador Allende é eleito presidente do Chile 27 Adoptado o Plano Davignon sobre a unificação política, instituindo um processo de cooperação política entre os países comunitários fora do quadro institucional comunitário
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· Novembro 2 Segundas negociações SALT em Helsínquia 9 Morte de Charles De Gaulle 16 Sakharov funda o Comité para a Defesa dos Direitos do Homem 19 Primeira reunião dos ministros dos negócios estrangeiros da CEE em Munique, de acordo com o Plano Davignon, no quadro da cooperação política europeia 24 Abertura de conversações a nível ministerial entre Portugal e a CEE
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· Dezembro 3 a 28 Processo de Burgos em Espanha contra 16 bascos. Denúncias de tortura. Seis condenados à morte, depois indultados 7 Tratado de Varsóvia entre Polónia/RFA normalizando relações e reconhecendo a linha Oder Neiss 14 a 19 Greves e distúrbios em portos polacos - Mao convida Nixon a visitar a China; assume preponderância a facção de Chu En-Lai e são afastados os esquerdistas afectos a Lin Piao - Gierek substitui Gomulka
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· Ainda em 1970... |
MRPP. Movimento Reorganizativo do Partido do Proletariado. Fundado em 18 de Setembro de 1970 por Arnaldo Matos, secretário-geral e futuro grande educador da classe operária, Fernando Rosas, futuro historiador do Estado Novo, e João Machado. Dominam antes de 1974 a revista O Tempo e o Modo, com Amadeu Lopes Sabino, bem como o jornal Comércio do Funchal, dirigido por Vicente Jorge Silva. Um dos seus militantes, o estudante José Ribeiro dos Santos, é morto pela PIDE/DGS em 12 de Outubro de 1972. Assumem-se como marxistas-leninistas, estalinistas e maoístas, contra o revisionismo e o social-fascismo do PCP. Em 4 de Maio de 1974 já ocupam casas e impedem o embarque de soldados, lançando o grito nem mais um soldado para as colónias. Têm uma eficaz máquina de propaganda, principalmente em acções de pintagem de paredes e através do jornal Luta Popular, cujo primeiro número legal sai em 23 de Maio de 1974, dirigido pelo futuro professor de direito fiscal, José Luís Saldanha Sanches. Este é preso logo em 7 de Junho de 1974, por incitar à deserção em massa e com armas dos soldados mobilizados para áfrica. A sua activa organização estudantil, a Federação dos Estaudantes Marxistas-Leninistas, chega a dominar a Faculdade de Direito de Lisboa, considerada a terceira região libertada do mundo, depois da China e da Albânia. Aí se destaca José Manuel Durão Barroso, futuro ministro do cavaquismo e, depois, presidente do PSD. Entre as acções mais marcantes do movimento destaca-se o assalto à sede do CDS em 4 de Novembro de 1974; as manifestações contra a NATO de 31 de Janeiro e 7 de Fevereiro de 1975. Em 18 de Março de 1975, o MFA suspende o MRPP, seguindo-se manifestações de protesto. Em Dezembro de 1976 transformam-se em Partido Comunista dos Trabalhadores Portugueses, sendo liderados pelo antigo assistente de direito e célebre advogado de causas laborais Garcia Pereira.
SEDES. Associação para o Desenvolvimento Económico e Social. Depois de requerimento apresentado em 25 de Fevereiro de 1970, o respectivo funcionamento foi autorizado em 2 de Outubro, através da aprovação dos estatutos. Entre os seus promotores e dirigentes, destaca-se João Salgueiro, subsecretário de Estado do planeamento económico de Marcello Caetano, que abandona o governo por ser membro da associação, Magalhães Mota, Francisco Sá Carneiro, Rui Machete, José Vera Jardim, Manuela Silva, Jorge Sá Borges, Mário Murteira, Torres Campos, Vítor Constâncio, Sousa Gomes, Rui Vilar, Nandim de Carvalho, Marcelo Rebelo de Sousa, Jorge Miranda, João Cravinho, Jorge Jardim Gonçalves, Miguel Caetano, João Salgueiro, Xavier Pintado, Magalhães Mota, Correia da Cunha, J. Pinto Machado, Gonçalo Ribeiro Teles, António Alçada Baptista, João Lourenço, Mário Murteira e António Guterres. Cazal Ribeiro há-de chamar-lhe o cavalinho de tróia. Logo após o 25 de Abril emite documentos onde invoca a necessidade de um socialismo em liberdade.
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AUTORES |
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SEN, Amartya |
Collective Choice and Social Welfare , São Francisco, Holden Day, 1970. |
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SERRãO, Joel |
Antologia do Pensamento Político Português , vol. I - Liberalismo, Socialismo, Republicanismo, Porto, Edições Inova, 1970 [textos de Silvestre Pinheiro Ferreira, Manuel Fernandes Tomás, Mouzinho da Silveira, Almeida Garrett, António Feliciano de Castilho, José Estevão, Alexandre Herculano, Henriques Nogueira, Ramalho Ortigão, D. Pedro V, Júlio Dinis, Antero de Quental, Teófilo Braga, Eça de Queirós, Oliveira Martins, Basílio Teles, Sampaio Bruno, Fialho de Almeida, Raul Brandão, António Sérgio, Raul Proença]. |
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SERVAN-SCHREIBER, Jean Jacques
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Ciel et Terre , 1970 |
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SIMON, Herbert |
Sciences of Artificial, 1970 |
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SLATER, P. |
The Pursuit of Loneliness , Boston, Beacon Press, 1970. |
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SPIRO, Herbert J. |
Politics as a Master Science. From Plato to Mao , Nova York, Harper & Row, 1970 |
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SURKIN, Marvin/ WOLFE, Alan, eds. |
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TOFFLER, Alvin |
Future Shock, 1970; (Choque do Futuro. Do Apocalipse à Esperança, trad. port., Lisboa, Livros do Brasil, 1983).
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TULLOCK, Gordon |
Private Wants, Public Needs. An Economic Analysis of the Desirable Scope of Government , Nova York, Basic Books, 1970. |
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TURNER, John E./ HOLT, Robert T. |
The Methodology of Comparative Research , Glencoe, The Free Press of Glencoe, 1970. |
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VIEIRA, Alexandre |
História (Para a) do Sindiclaismo em Portugal , 1970 |
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Essais et Conférences , 2 vols., Paris, Librairie Plon, 1970-1971. |
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Interest Groups , Englewood Cliffs, Prentice-Hall, 1970. |
Hirschman, Albert O.
· Exit, Voice and Loyalty, Cambridge, Massachussetts, Harvard University Press, 1970; (trad. fr. Face au Déclin des Entreprises et des Institutions, Paris, éditions Ouvrières, 1972; trad. cast. Salida, Voz y Lealtad, México, Fondo de Cultura Economica, 1977).
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· Public Policy,Cambridge, Massachussetts, Harvard University Press, 1968. Com J. D. Montgomery (eds.).
· National Power and the Structure of Foreign Trade,Berkeley, University of California Press, 1969.
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· The Passions and the Interests. Political Arguments for Capitalism Before Its Triumph, Princeton, Princeton University Press, 1977; (trad. cast. Los Intereses y las Pasiones, México, Fondo de Cultura Economica, 1978; trad. fr. Les Passions et les Intérêts. Justifications Politiques du Capitalisme Avant son Apogée, Paris, Presses Universitaires de France, 1980).
· Shifting Involvements. Private Interest and Public Action, Princeton, Princeton University Press, 1982; (trad. it. Felicità Privata e Felicità Pubblica, Bolonha, Edizioni Il Mulino, 1983; trad. fr. Bonheur Privé, Action Publique, Paris, Librairie Arthème Fayard, 1983).
· The Rethoric of Reaction. Preversity, Futility and Jeopardy, Cambridge, Mass., Belknap Press, 1991 (cfr. Trad. Fr. Deux Siècles de Réthorique Reactionnaire, Paris, Fayard, 1991).
Cohn, Norman Autor britânico, teórico do milenarismo.
· 1957, Les Fanatiques de l’Apocalypse,Trad. fr., Paris, éditions Julliard, 1962; (reed., Paris, Librairie Payot, 1983).
· 1970 , The Pursuit of the Millenium. Revolutionary Millenarians and Mystical Anarchists of the Middle Ages, Oxford, Oxford University Press; (Trad. port. Na Senda do Milénio. Milenaristas Revolucionários e Anarquistas Místicos da Idade Média, Lisboa, Editorial Presença, 1981)
Comblin, Joseph Jesuíta belga. Um dos teóricos da teologia da libertação. Teórico da doutrina do Estado de Segurança Nacional.
· Le Pouvoir Militaire en Amérique Latine. L’Idéologie de la Securité National, Paris, éditions Jean Pierre Delarge, 1977.
· Théologie de la Révolution, Paris, Universitaires, 1970.
· Teologia da Libertação, Teologia Neoconservadora e Teologia Liberal, trad. port., Petrópolis, Editora Vozes, 1985.
· Teologia da Reconciliação. Ideologia ou Reforço da Libertação, trad. port., Petrópolis, Editora Vozes, 1986.
· A Força da Palavra, trad. port., Petrópolis, Editora Vozes, 1986.
· Antropologia Cristã, trad. port., Petrópolis, Editora Vozes, 1990.
Benoist, Jean-Marie Um dos novos-filósofos franceses dos anos sessenta.
· Marx est Mort, Paris, éditions Gallimard, 1970
· La Révolution Structurale, Paris, Grasset, 1975.
· Tyrannie du Logos, Paris, éditions de Minuit [ trad. port. Tirania do Logos, Porto, Rés Editora, s.d.] , 1975.
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Les Poneys Sauvages. Déon, Michel Romancista francês, nesta obra, considera que a era do espião morreu. Começa a do homem que, em segredo, trabalha a opinião, seja a opinião de um só, mas dum chefe, seja a opinião da multidão. Ora, na sua avaliação do sentido da história, Marx negligenciou um capítulo fatal: Da Corrupção. Uma lenta osmose tem de prever-se entre os dois géneros de vida que se encontrarão um dia numa só sociedade. Analisando o processo do comunismo, observa que nos anos heróicos do mesmo, ele era então a única tentação lógica e razoável depois do fim da guerra donde saía como grande vencedor, aureolado de um imenso prestígio roubado em grande parte aos obscuros heróis da luta clandestina e aos combatentes sem rótulo dos maquis. Além disso, não podia ser pior que a angústia e o medo no meio dos quais havíamos vivido [... apenas nos propunham as velhas soluções onde o materialismo se chamava bem-estar. Materialismo por materialismo, o do comunismo tinha pelo menos o mérito de ser franco e inspirado pelo entusiasmo e pela fraternidade. Sabíamos que as velhas estruturas tinham ruído e que era preciso substituí-las. Mas deveríamos confiar em tecnocratas que preparavam, em nome da moral, um mundo de uma amoralidade perfeita, ou nos comunistas que preparavam por meio da amoralidade um mundo moral que pretendiam perfeito?. Observa também que que a nossa época deverá dizer um grande obrigado ao comunismo: graças ao medo que o mesmo inspira, os países não comunistas terão feito um gigantesco esforço social para lhe retirar a sua razão de ser e melhorar a vida dos seus povos. Pelo contrário, nos países comunistas, o proletariado sentiu pesar sobre si uma mão de ferro, quase tão rude quanto a que caiu sobre o povo inglês no começo da revolução industrial no século XIX. |
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After the Revolution? Dahl, Robert Obra subtitulada Authority in a Good Society. Está dividida em três partes. A primeira, sobre os três critérios da autoridade, abrange as seguintes matérias: escolha pessoal, competência e economia. Na segunda parte, sobre os diversos tipos de poder democráticos, analisam-se a soberania do povo; o princípio dos interesses afectados; as formas da democracia; a superioridade da democracia; o dilema da democracia directa; a dimensão humana da democracia. Na terceira parte, intitulada dos princípios aos problemas, abordam-se os seguintes assuntos: a desigualdade de recursos; uma firma mastodôntica; a democracia mastodôntica. (cfr. trad. fr. Après la Révolution. L'Autorité dans une Societé Modèle, Paris, éditions Calmann-Lévy, 1973) |
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Citizens, Elections, Parties. Stein Rokkan. Obra com o subtítulo Approaches to the Comparative Study of the Processes of Developmnet, Nova York, McKay/ Oslo Universitets Forlaget, 1970. Considera que os partidos políticos nasceram no século XIX europeu, a partir de uma série de fracturas sociais: sobre a questão do Estado, em torno do antagonismo centralização /descentralização, segundo as marca dos jacobinos / girondinos; sobre a relações entre a religião e a política (partidos laicistas ou agnósticos contra partidos confessionais ou defensores das liberdades religiosas); sobre a revolução industrial (partidos industrialistas contra partidos agrários); sobre o modo de produção industrial (partidos burgueses ou conservadores, representantes da burguesia, contra partidos operários ou socialistas, mobilizadores do proletariado). |
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Exit, Voice and Loyalty. Hirschman, Albert O. Obra de Albert Hirchman onde se considera que cada indivíduo, para maximizar o respectivo interesse pode sair de um grupo (exit), desertar, mudar de Estado, de religião, de classe ou de família. Numa segunda alternativa pode decidir tomar a palavra (voice) para participar no grupo. Finalmente pode permanecer leal (loyalty) ao grupo. Numa sociedade de mercado generalizado como a norte-americana privilegia-se a saída pessoal da classe, através da mobilidade social, ou do território onde se vive, pela mobilidade horizontal. Isto é, o indivíduo, em vez de se comprometer numa estratégia de protesto colectivo, através da mobilização social, tende a maximizar os seus ganhos através da saída individual do grupo |
VII - FALECIMENTOS E NASCIMENTOS
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FALECIMENTOS |
NASCIMENTOS |
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BRAGA, Luís Almeida (1890-1970) CAFé FILHO, João Fernandes (1899-1970) CARNAP, Rudolf (1891-1970) PERELMAN, Chaim DALADIER, édouard (1884-1970) DAWSON, Cristopher (1889-1970) GALVãOalvão, Henrique Carlos Malta (1895-1970) GAULLE, Charles De (1890-1970) LEAL, Francisco Pinto da Cunha (1888-1970) MACIVER, Robert Morrison (1882-1970) NEGREIROS, José de Almada (1893-1970) OSóRIO, João de Castro (1899-1970) RUSSELL, Bertrand (1872-1970) SALAZAR, António de Oliveira (1889-1970) SCHACHT, Hjalmar (1877-1970) SOARES, João Lopes (1878-1970) VELOSO S.J:, Agostinho (1894-1970) |