Benjamin,
Walter (1892-1940)
Assume-se como
um nihilista que pretende destruir a
violência do Estado, considerando que, desde Bakunine, a Europa tem falta de uma ideia radical de liberdade. Os surrealistas têm
essa ideia. Considera que o nazismo entende a história como Estado de excepção, dado que o Estado de excepção
é um conceito limite que se manifesta
num caso limite onde a ordem jurídica
não assenta numa norma , mas no monopólio da decisão, onde soberano é o que decide num Estado de excepção. Ora acontece que
a excepção transformou-se em regra, o caso limite no caso normal, onde o
soberano representa a história.Tem nas
suas mãos o acontecimento histórico como se este fosse um ceptro.
·Thesen
uber den Begriff der Geschichtliche
Obra
escrita em 1939-1940,
mas apenas publicada postumamente) (cfr. trad. fr. Mythe
et Violence,
Paris, Librairie Denoël, 1971).
4Buci-Glucksmann,
Christine,
«Walter Benjamin», in Dictionnaire des
Oeuvres Politiques, pp. 67-74.4Gomes,
F. Soares, «Walter Benjamin», in Logos,
5, cols. 763-765.
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