Hayek, Friedrich August von  (1899-1992)

 

Nasce em Viena. Filho de um catedrático de botânica. Começa como fabiano. Liga-se ao liberalismo de Ludwig von Mises.  Professor na Universidade de Londres de 1931 a 1950. Em Chicago, de 1950 a 1962. Considera-se um liberal e não um conservador, dizendo-se wigh (1960). Diz-se inspirado no liberalismo clássico escocês de Hume, Ferguson e Smith. Retém sobretudo o empirismo de Hume. Retoma o individualismo metodológico de Karl Menger e o gradualismo de Henry Sumner Maine.

 

·Geldtheorie und Konjunkturtheorie

Viena, 1929 cfr. trad. ingl. Monetary Theory and the Gold Trade, 1933.

 

·Collectivist Economic Planning

[1ª ed., 1935], Londres, Nove & Nuti, 1972.

 

·The Pure Theory of Capital

Chicago, The University of Chicago Press, 1941.

 

·The Road of Serfdom

Chicago, The University of Chicago Press, 1944 cfr. trad. port. da ed. de 1976, de Maria Ivone Serrão de Moura, revista por Orlando Vitorino, O Caminho para a Servidão, Lisboa, Teoremas, 1977.

 

·Individualism and Economic Order

Londres, Routledge & Kegan Paul, 1948 - 1949.

 

·Capitalism and the Historians

1954.

 

·The Counter Revolution of Science. Studies on the Abuse of Reason

Chicago, 1952 cfr. trad. fr. Scientisme et Sciences Sociales. Essai sur le Mauvais Usage de la Raison, 1953.

 

·The Sensory Order

Londres, Routledge & Kegan Paul, 1952.

 

·The Constitution of Liberty

Chicago, The University of Chicago Press, 1960.

 

·Studies in Philosophy, Politics and Economics

Londres, 1967.

 

·Law, Legislation and Liberty

cfr. trad. francesa de Raoul Audoin, Droit, Législation et Liberté. Une Nouvelle Formulation des Principes Libéraux de Justice et d’Économie Politique, 3 vols., trad. fr., vol. 1 - Règles et Ordre; vol. 2 - Le Mirage de la Justice Sociale; vol. 3 - L’Ordre Politique d’un Peuple Libre, Paris, Presses Universitaires de France, 1973, 1976, 1979. I - Rules and Order 1973. O tratado tem como subtítulo a seguinte expressão: uma nova formulação dos princípios liberais de justiça e de economia política. Começa com a análise da razão e da evolução; Kosmos e Taxis; princípios e expedientes; transformações da ideia de direito; Nomos: o direito da liberdade Thesis, a lei do legislador. II - The Mirage of Social Justice 1976. O vol. inicia-se com uma significativa citação de Walter Lippmann, para quem numa sociedade livre, o Estado não administra os negócios dos homens. Administra a justiça entre homens que conduzem os seus próprios negócios. O enunciado das matérias dá plena ideia do tomo: bem comum e objectivos particulares; a procura da justiça; justiça "social" ou distributiva; a ordem do mercado ou cataláxia; a disciplina das regras abstractas e as reacções afectivas da sociedade tribal. III - Political Order of a Free People 1979. Opinião maioritária e democracia contemporânea; a divisão dos poderes democráticos; o sector público e o sector privado; política governamental e mercado; o abortamento do ideal democrático; um modelo de constituição; o poder contido e a política destronada.

 

·Economic Freedom and Representative Government

Londres, Institute of Economic Affairs, 1973.

 

·New Studies in Philosophy, Politics, Economics and the History of Ideas

Londres, Routledge & Kegan Paul, 1978.

 

·The Fatal Conceit

1988.

 

4Barry, Norman, Hayek’s Social and Economic Philosophy, Londres, 1979. 4Buttler, Eamonn, Hayek. His Contribution to the Political Economic Thought of Our Time, Londres, 1983. 4Gray, John, Hayek on Liberty, Oxford, 1984.4Hoy, Calvin, A Philosophy of Individual Freedom. The Political Thought of Friedrich August von Hayek, Westport, 1984.4Machlup, Fritz, Essays on Hayek, Nova York, 1976. 4Crespigny, Anthony, «Liberdade para o Progresso», in Crespigny, Anthony, Minogue, Kenneth R., Filosofia Política Contemporânea, trad. port., Brasília, Editora Universidade de Brasília, 1982, pp. 55 segs..4Lepage, Henri, Amanhã o Liberalismo, trad. port., Mem Martins, Publicações Europa-América.4Maltez, José Adelino, Ensaio sobre o Problema do Estado, Lisboa, Academia Internacional da Cultura Portuguesa, 1991, I, pp. 199 segs. e 235 segs..


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