Scheler, Max(1874-1928)
Estuda medicina e filosofia em Berlim, Munique e Iena. Adere ao fenomenologismo
em 1907. Catedrático em Colónia desde 1919 e em Frankfurt desde 1928. A partir
de 1923, evolui para uma espécie de evolucionismo panteísta e vitalista,
depois de se converter ao catolicismo. Defende uma ética
material de valores, um mundo do ser
totalmente separado do mundo do dever-ser,
e a consequente visão dos valores como entidades completamente separadas da
existência. Os valores são considerados como algo de objectivo, insusceptíveis
de serem produzidos pelos sujeitos. Os valores são assim duplamente absolutos.
Em primeiro lugar porque o seu conteúdo não é uma relação. Em segundo
lugar, porque pertencem à categoria da qualidade e são imutáveis. Nos valores
reinam relações de essência e leis formais a priori. Estado como
abstracção geométrica, 29, 189 SCHELER, Max –Positivismo, 27, 173 34, 219
bibliografia:
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1899
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·Sur
les Rapports entre les principes Logiques et les principes Moraux
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1899.
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1913
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·Der
Formalismus in der Ethik und die materielle Wertethik
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1913-1916.
Cfr. trad. fr. de M. de Gandillac, Le
Formalisme en Éthique et l’Éthique Materielle des Valeurs, Paris, Éditions
Gallimard, 1955; trad. cast. de Rodriguez Sanz, Etica, Madrid, Revista de Occidente, 1941.
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1919
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·Le
Renversement des Valeurs
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1919.
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1921
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·De
L'Éternel dans l'Homme
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1921.
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1923
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·Nature
et Formes de la Sympathie
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1923.
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1923
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·Die
Wissensformen und die Gesellschaft
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As
Formas de Saber e a Sociedade, 1923. Ver nova ed. Leipzig,
1926.
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1928
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·Die
Stellung des Menschen im Kosmos
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O
Posto do Homem no Cosmos, 1928.
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1929
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·Philosophische
Weltanschauung
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1929
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4Gonçalves,
José Júlio, «Itinerários da Teoria Sociológica», in Estudos Políticos e Sociais, vol. VII, nº 2, 1969, pp. 381 segs.. 4Maltez,
José Adelino, Ensaio sobre o Problema do
Estado, Lisboa, Academia Internacional da Cultura Portuguesa, 1991, I, pp.
186 segs..
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