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  Ciclos Políticos 1832-1836


 

1832

     

1833

4 ªG1834

Governo da regência de D. Pedro

1834

   

1835

  Palmela (246 dias)

Saldanha (176 dias)

 

1836

Loureiro (155 dias)

Terceira (144 dias)

G1836

Lumiares (55 dias)

G1836

 

 

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Acontecimentos

 

 

 

1833

Pedristas instalam-se em Lisboa e surge uma nova nomenclatura (Lavradio)

Arquivo antigo do anuário CEPP

Batalha do Cabo de S. Vicente (3 a 5 de Julho)

Terceira ocupa Lisboa (24 de Julho)

D. Pedro instala-se em Lisboa (28 de Julho)

D. Maria II chega a Lisboa (23 de Setembro)

Remodelações na regência em 12 de Janeiro, 26 de Março, 21 de Abril, 26 de Julho e 15 de Outubro.

Batalha do Cabo de S. Vicente (3 a 5 de Julho), onde o poder marítimo dos pedristas, comandados por Napier, desequilibrou o domínio terrestre dos miguelistas, tudo se altera.

  Terceira ocupa Lisboa (24 de Julho), onde se instala D. Pedro (28 de Julho) e chega D. Maria II (23 de Setembro).

Criado o Tribunal da Relação de Lisboa, extinguindo-se a Casa da Suplicação (1 de Agosto).

Decreto de 5 de Agosto contra os eclesiásticos miguelistas.

José da Silva Carvalho é nomeado presidente do Supremo Tribunal (15 de Setembro)

Remodelações miguelistas em 15 de Agosto (o general Bourmont, ministro da guerra) e 22 de Setembro (António José Guião substitui o conde de Basto nas pastas do reino e da guerra)

Decreto das indemnizações (31 de Agosto)

  Derrota do exército miguelista no ataque às linhas de defesa de Lisboa (5 de Setembro).

Aprovado Código Comercial em 18 de Setembro

Padre Marcos é nomeado presidente da Comissão de Reforma Geral Eclesiástica (10 de Outubro)

Começam as desavenças entre os pedristas. O conde da Taipa publica uma carta a D. Pedro onde pede amnistia, levantamento dos sequestros e liberdade de imprensa (15 de Outubro).

Há um protesto formal dos pares, subscrito por Terceira, Palmela, Fronteira, Loulé, Lumiares, Ficalho, Paraty, Santa Iria e Ponte de Lima (7 de Dezembro)

 

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Acontecimentos

 

 

1834

Quádrupula Aliança, devorismo, morte de D. Pedro e aliança entre chamorros e conservadores

  Arquivo antigo do anuário CEPP

Tratado da Quádrupula Aliança (22 de Abril)

Batalha da Asseiceira (17 de Maio)

Convenção de Évora Monte (27 de Maio)

Decreto suprime as congregações religiosas. Referendado por Joaquim António de Aguiar, ditto, a partir de então, como o mata frades (28 de Maio)

D. Miguel parte de Sines para o exílio (30 de Maio)

Decreto sobre a venda dos bens nacionais (18 de Junho)

Eleições (13 de Julho)

Reunião das Cortes (15 de Agosto)

Confirmada a regência de D. Pedro (28 de Agosto)

D. Maria II é considerada maior (19 de Setembro)

D. Pedro more em Queluz (24 de Setembro)

António Luís de Seabra apresenta proposta de alteração da reforma administrative de Mouzinho (6 de Outubro)

Governo de Palmela . União de palmelistas e chamorros, onde os primeiros são considerados como conservadores, ou da direita, e os segundos como o centro (24 de Setembro)

D. Maria II casa com D. Augusto (1 de Dezembro)

Reposta em vigor a Carta Constitucional de 1826.

  Eleição nº 4 13 e 27 de Julho. Vitória dos apoiantes da aliança dos chamorros com os palmelistas (43 deputados). Há 32 deputados da oposição e 44 indecisos

 

Governo nº 6 Palmela (246 dias, desde 24 de Setembro)

Ver Palmela

Grupos Políticos

  Regime Devorista

 

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1835

Devoristas, fusão, godos e vândalos

Mendizábal sobe ao poder em Espanha

Arquivo antigo do anuário CEPP

Remodelação do governo. Sai São Luís e há apenas mudança de pastas, usa-se a prata da casa (16 de Fevereiro)

Saldanha aceita lugar de embaixador em Paris e passa-se para a situação (20 de Fevereiro)

Terceira nomeado chefe de estado maior e D. Augusto, marechal general (20 de Março)

Morte de D. Augusto (28 de Março)

Tumultos radicais promovidos pelos membros das Guardas Nacionais e pelos militantes clubistas, nomeadamente do Clube dos Camilos (28 a 30 de Março)

Lei de 25 de Abril acaba com a reforma administrativa de Mouzinho , com distriros em vez de prefeituras.

D. Vitorio Maria de Sousa Coutinho assume a chefia do governo, depois da demissão de Palmela e de Ferraz(4 de Maio)

Governo de Saldanha. A chamada fusão (27 de Maio)

Remodelação do governo, com entrada de Silva Carvalho e Rodrigo da Fonseca. Sai Francisco António de Campos (15 de Julho)

Decreto institui dezassete distritos. Rodrigo lança a chamada política de empregadagem com que alicia muitos membros da oposição (18 de Julho)

Loulé abandona o governo (25 de Julho)

Mendizabal no governo espanhol (15 de Setembro)

Decreto sobre a venda das Lezírias. Protestos de pares e deputados (3 de Novembro)

Eleições suplementares (16 de Novembro)

Manifestação de oficiais em Alcântara. O primeiro pronunciamento do liberalismo (17 de Novembro)

Governo de José Jorge Loureiro. Marcado pela até então oposição mercantil, com Francisco António de Campos, Sá da Bandeira e Loulé (18 de Novembro)

Luís da Silva Mouzinho de Albuquerque no governo (25 de Novembro)

Morte de D. Augusto.

Tumultos em Lisboa contra Palmela (28 de Abril).

Governo nº 7 Saldanha (176 dias, desde 27 de Maio de 1835). Começa como ministério dos impossíveis, com F. A. Campos na fazenda. Passa a ministério dos godos em 15.07, com a entrada de Rodrigo da Fonseca e o regresso de J. Silva Carvalho

Vários pares enviam um protesto ao governo contra a venda da Companhia das Lezírias (10 de Novembro)

Terceira e Saldanha decidem passar à inactividade os oficiais que se candidataram às eleições de 1835 (13 de Novembro).

Uma delegação dos manifestantes dirige-se à rainha e disse que a tropa estava em armas (dia 14).

Governo nº 8 Loureiro (155 dias, desde 18 de Novembro)

Ministério dos vândalos. Dominado pela antiga oposição, com Campos na fazenda. Destaque para a actuação do ministro L. M. Albuquerque.

  Grupos políticos

 

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Acontecimentos

 

 

1836

Da resistência chamorra à Revolução de Setembro

Faculdade de Direito e Clube dos Camilos

Arquivo antigo do anuário CEPP

Francisco António de Campos apresenta a demissão de ministro da fazenda. D. Fernando chega a Lisboa (6 de Abril)

Governo do Duque de Terceira. Regresso dos chamorros, com Silva Carvalho e Agostinho José Freire (20 de Abril)

Dissolução da Sociedade Patriótica Lisbonense (28 de Abril)

Surge o jornal O Português Constitucional dirigido por Almeida Garrett, órgão da facção dirigida por Passos Manuel (2 de Julho)

Eleições (17 de Julho)

 Continua o drama das finanças públicas. Aprovada a venda da Companhia das Lezírias (25 de Janeiro).
 Campos chora em plena sessão das Cortes (29 de Fevereiro).
 Instalado o Clube dos Camilos (9 de Março).

Governo nº 9 Terceira

(144 dias, desde 20 de Abril). Regresso da aliança de chamorros e palmelistas

Um grande incêndio devastava o Palácio do Tesouro, no Rossio, que havia sido a sede do governo da regência e, antes o Palácio da Inquisição (14 de Julho).

  Eleição nº 5 (17 e 31 de Julho). Há 34 deputados da oposição e 79 apoiantes do situacionismo. As novas Cortes não chegam a reunir.

  Revolta do Cais das Colunas (9 de Setembro de 1836)

Governo nº 10 Lumiares (55 dias, desde 10 de Setembro). Reposta em vigor a Constituição de 1822.

Convocadas as Cortes Constituintes (11 de Setembro de 1836)

Criação da Guarda Nacional (23 de Setembro de 1836)

Restauração dos batalhões de voluntários (26 de Outubro de 1836)

Golpe da Belenzada (2 a 4 de Novembro de 1836)

 

Governo nº 11 Sá da Bandeira

(208 dias, desde 4 de Novembro de 1836). A fúria reformista.

Decreto suprime 466 concelhos (6 de Novembro)

  Eleição nº 6(20 de Novembro)

Proibida a exportação de escravos nos territórios portugueses a Sul do Equador e reorganização da forças armadas (10 de Dezembro)

Novo código administrativo cria a figura do administrador-geral de distrito e a do regedor na paróquia (31 de Dezembro)

Regime setembrista        
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1880-1886

1887-1900
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Projecto CRiPE- Centro de Estudos em Relações Internacionais, Ciência Política e Estratégia. © José Adelino Maltez. Cópias autorizadas, desde que indicada a origem. Última revisão em: 31-03-2009