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  Ciclos Políticos 1916-1918


 
 

Jan.

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Set.

Out.

Nov.

Dez.

1916

   

Afonso Costa

António José de Almeida (16 de Março a 25 de Abril de 1917)

 

1916

Do governo da União Sagrada à revolta de Machado Santos

Do Manifesto Anti-Dantas à lei de circulação das elites

Portugal em Guerra

O regime do 14 de Maio

Pormenores em anuário CEPP

Continua o segundo governo de Afonso Costa

Criada uma Comissão Central das Subsistências (7 de Fevereiro)

Governo nº 66 Governo da União Sagrada (15 de Março). António José de Almeida (405 dias). Participam evolucionistas e democráticos, face à política de guerra.

Criado um Ministério do Trabalho e da Previdência Social (16 de Março)

Ocupação de Quionga (Abril)

Constituído em Tancos o Corpo Expedicionário Português (Julho)

Revolta abortada de Machado Santos (13 de Dezembro)

Submarino alemão ataca o Funchal (Dezembro)

 

Jan.

Fev.

Mar.

Abr.

Mai.

Jun.

Jul.

Ag.

Set.

Out.

Nov.

Dez.

1917

 

M

M

   

Afonso Costa (de 25 de Abril a 8 de Dezembro de 1917)

1917

Fome, peste e guerra, aparições de Fátima e Sidónio

Entre o futurismo e a revolução bolchevique

Pormenores em anuário CEPP)

Portugal inicia a participação na Grande Guerra, na frente africana e na Flandres, para onde se envia o CEP. Primeiro contingente parte para a Flandres em 26 de Janeiro.

Governo nº 67 Terceiro governo de Afonso Costa (231 dias)

Revolta dos abastecimentos em Lisboa (12 a 31 de Maio)

Aparições de Fátima (de 13-05 a 13 de Outubro)

Contestações a Afonso Costa no seio dos democráticos (Maio)

Eleito o primeiro deputado católico (15 de Junho)

Congresso dos democráticos com Norton de Matos a liderar a contestação a Afonso Costa (3 de Julho)

Fundado em Braga o Centro Católico Português (8 de Agosto)

Egas Moniz anuncia a criação de um novo partido centrista (18 de Outubro)

Começa a revolta sidonista (5 de Dezembro)

 

Factos  Ideias Grupos políticos Turbulências Governos Eleições  Regimes

 

Jan.

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Dez.

 

1918

G Eleições de 28 de Abril

M

   
 

Sidónio Pais

 

1918

O sidonismo: a República Nova com um Presidente-Rei

Fim da Guerra

Grupos políticos

O regime da República Nova

pormenores em anuário CEPP)

Governo nº 68 Sidónio Pais (11 de Dezembro de 1917)

Sidónio assume-se como Presidente da República (27 de Dezembro de 1917)

Revolta dos marinheiros em Alcântara (8 de Janeiro de 1918)

Sucessivos banhos de multidão de Sidónio (Janeiro e Fevereiro de 1918)

Alterada a Lei da Separação (22 de Fevereiro de 1918)

Unionistas abandonam o governo (7 de Março de 1918)

Instituído o Partido Nacional Republicano (30 de Março de 1918)

Batalha de La Lys (9 de Abril de 1918)

Eleições parlamentares (48) e presidenciais (28 de Abril de 1918). 108 deputados nacionais-republicanos, 37 monárquicos, 5 católicos e 1 socialista.

Tentativa de golpe no Porto (4 de Maio de 1918)

Posse de Sidónio Pais (13 de Maio de 1918)

Machado Santos abandona o governo (9 de Junho de 1918)

Fundada a Cruzada Nun’Álvares (18 de Julho de 1918)

Reunião do novo parlamento (22 de Julho de 1918)

Crise das subsistências (Agosto de 1918)

Revoltas abortadas (12 de Outubro)

Leva da morte (16 de Outubro)

Pneumónica (Outubro)

Armistício (11 de Novembro de 1918)

Primeiro atentado contra Sidónio (6 de Dezembro de 1918)

Assassinato de Sidónio (14 de Dezembro)

Canto e Castro assume a presidência e regressa-se à Constituição de 1911 (15 de Dezembro de 1918)

Proclamação da Junta Militar do Norte (18 de Dezembro de 1918)

  Governo nº 69 Tamagnini Barbosa (35 dias)

Canto e Castro, presidente da república

Revolta das Juntas Militares (26 de Dezembro)

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