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1845 (3 e 17 de Agosto).
As segundas eleições do cabralismo, de acordo com o Decreto de 28 de Abril de 1845. 142 deputados (119 no continente e 10 nas ilhas, todos por círculos plurinominais; 13 no ultramar, dos 3 por círculos uninominais e 10 por círculos plurinominais). Vitória cabralista. Oposição reunindo cartistas puros e setembristas concorre sob a égide de uma Comissão Geral Eleitoral do Reino. Os Miguelistas aconselham a abstenção. Só no Alentejo é que a oposição consegue fazer eleger seis deputados.
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10ª eleição geral 2ª eleição do cabralismo 2ª eleição da 3ª vigência da Carta[1] |
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Decreto de 28 de Abril de 1845 manda proceder a eleições |
Legislatura de 2 de Janeiro de 1846 a 23 de Maio de 1846. Não houve Cortes em 1847 |
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3 e 17 de Agosto de 1845 |
Vitória dos governamentais cabralistas, sob o governo do duque da Terceira |
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28 941 de quociente |
142 deputados (119 no continente) |
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Oposição reunindo cartistas puros e setembristas concorre sob a égide de uma Comissão Geral Eleitoral do Reino. Só no Alentejo é que a oposição consegue fazer eleger seis deputados (Luís Mouzinho de Albuquerque, Garrett, Joaquim António de Aguiar, Silva Sanches, José António Magalhães e José Maria Grande). Estes e outros pediram a demissão do governo em 6 de Maio de 1846 (além dos primeiros citados, Joaquim Filipe de Soure; José Inácio Pereira Derramado; A.R. Lopes branco). |
Decreto de 28 de Abril de 1845. Manteve o decreto de 5 de Março de 1842. |
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Miguelistas aconselham a abstenção. |
Entre os oposicionistas, destacam-se José dos Passos, no Porto, o conde de Bertiandos, no Minho, Póvoas, na Beira, o conde de Melo, em Portalegre, Passos Manuel e o barão de Almeirim, em Santarém. Em Lisboa, Luís Mouzinho de Albuquerque, Sá da Bandeira, Silva Sanches, Alexandre Herculano, Oliveira Marreca e Almeida Garrett. |
Governos·Governo do Duque da Terceira. ·Governo de Palmela desde 20 de Maio de 1846. ·Governo de Saldanha desde 23 de Julho de 1846. António de Melo no reino. |
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SediçõesSublevação no Minho desde 19 de Março de 1846. Sublevação do Porto em 10 de Outubro de 1846. |
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[1] Ver Lavradio, III, pp. 16-18; Fronteira, VII, pp. 16-18; Pinheiro Chagas, 11º, pp. 55-56; Damião Peres, VII, pp. 291-294; António Ribeiro dos Santos, p. 163.