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  Eleições de 1881 (21 de Agosto)

841 511 eleitores. 149 deputados no total nacional. 127 círculos uninominais no continente. 10 nas ilhas. Vitória dos governamentais regeneradores. 122 deputados no continente e ilhas. Progressistas reduzidos a seis deputados. Constituintes: 8 deputados no continente e ilhas. Republicanos: 1 deputados por Lisboa. Estava no poder o governo de Fontes.

29ª eleição geral

20ª eleição da 3ª vigência da Carta

17ª eleição da Regeneração

149 deputados (127 no continente, 10 nas ilhas)

Dissolução em 4 de Junho de 1881

Dissolução em 4 de Junho de 1881

Decreto de 30 de Junho de 1881 manda proceder a eleições

Legislatura de 2 de Janeiro de 1882 a 24 de Maio de 1884

21 de Agosto de 1881

Eleição da Câmara dos Deputados[1]

Vitória dos governamentais regeneradores, mesmo no Porto. Apoio dos constituintes.

841 511 eleitores no Continente e Ilhas

491 766 votantes (58, 4%) no Continente e Ilhas

Regeneradores

122 regeneradores no continente (114) e ilhas (8)

Progressistas

Progressistas reduzidos a seis deputados (5 no continente e 1 nas ilhas)

Republicanos

1 deputado republicano eleito por Lisboa (Elias Garcia). Entre os candidatos republicanos por Lisboa, Teófilo Braga e Magalhães Lima. No Porto candidatam-se Alves da Veiga e Manuel Emídio Garcia.

Constituintes

8 constituintes no continente (7) e ilhas (1). 2 por Aveiro; 2 por Coimbra, 1 na Guarda e 1 em Castelo Branco

Lisboa

Em Lisboa, 13 regeneradores, 1 constituinte, 1 progressista e 1 republicano

Porto

12 regeneradores no Porto (100%)

·Governo regenerador desde 25 de Março de 1881. Primeiro com Rodrigues Sampaio (até 14 de Novembro de 1881) e depois com Fontes (até 20 de Fevereiro de 1886). Tomás Ribeiro é o novo ministro do reino.

5 e 26 de Novembro de 1882  (eleições para treze vagas parlamentares). Bernardino Machado deputado regenerador por Lamego. Manuel de Arriaga eleito pelo Funchal. Em 6 de Novembro de 1881 são as eleições camarárias (os republicanos conseguem representação em 23 concelhos)

Composição da CD: 49 funcionários públicos e militares; 18 professores de todos os graus de ensino; 32 proprietários; 13 juízes; 20 bacharéis; 16 médicos; 3 engenheiros; 3 eclesiásticos; 7 jornalistas; 2 farmacêuticos; 1 director de banco.

Publicitado o projecto de organização definitiva do Partido Republicano, da autoria de Manuel de Arriaga (10 de Junho de 1882)

Em 24 de Outubro de 1883 entram para o governo dois ministros constituintes (António Augusto de Aguiar e Manuel Pinheiro Chagas). Barjona de Freitas, ministro do reino.

Dissolução do partido constituinte em finais de 1883


 

[1] Pedro Tavares de Almeida, p. 238 e Lopes d’Oliveira, p. 48.