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  Eleições de 1892

34ª eleição geral

25ª eleição da 3ª vigência da Carta

22ª eleição da Regeneração

169 deputados

80 por círculos uninominais no continente

58 por círculos plurinominais no continente

14 por plurinominais nas ilhas

12 pelo Ultramar

6 por acumulação de votos

23 de Outubro de 1892

Eleição da Câmara dos Deputados

 

 

Decreto de 15 de Setembro de 1892. Suprime a remuneração ou subsídio dos deputados que passam a exercer as respectivas funções gratuitamente

 

Regeneradores

52 deputados regeneradores

Progressistas

33 progressistas

Governamentais

26 governamentais

Independentes

8 independentes

Republicanos

4 republicanos (obtêm em Lisboa 25%). Elegem aqui Jacinto Nunes, com 5 336 votos (25%). Rodrigues de Freitas continuou a ser eleito pelo Porto. Outro deputado republicano eleito foi Teixeira de Queirós por Santiago do Cacém. Finalmente, João Chagas foi eleito por acumulação de votos, conseguindo 18 000.

 

Nas eleições de Lisboa, Eduardo Abreu, 5 615 votos; Jacinto Nunes, 5 336; José Falcão, 5 178; Filomeno da Câmara, 4 880. O monárquico mais votado, 7 145

Em Setembro de 1893 foi preso o jornalista João Pinheiro Chagas, revolucionário do 31 de Janeiro de 1891, que se havia evadido de Angola.

·Governo extra-partidário de João Crisóstomo de 14 de Outubro de 1890 a Janeiro de 1892. No reino, António Cândido, até Maio de 1891, quando é substituído por Lopo Vaz.

·Governo de José Dias Ferreira de 17 de Janeiro de 1892 a 23 de Fevereiro de 1893. Oliveira Martins, na fazenda até 26 de Maio.

Surge a encíclica Rerum Novarum, em 15 de Maio de 1891

Eleições municipais em Lisboa em 15 de Novembro de 1891

Congresso do Partido Republicano em Janeiro de 1891

Revolta republicana no Porto em 31 de Janeiro de 1891