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  Eleições de 1899

Lei eleitoral:

·Lei  de 26 de Julho de 1899 ( José Luciano). Atribuída missão constituinte às próximas Cortes.

Círculos:

118 círculos uninominais.no continente. 18 círculos uninominais nas Ilhas e Ultramar.

Círculos plurinominais em Lisboa e no Porto, sem representação de minorias. Lisboa, por exemplo, agrega Oeiras e Cascais.

Deputados aumentam para 145 (120 nos círculos eleitorais no continente)

Eleitores

Capacidade eleitoral activa para os menores de 21 anos possuidores de qualquer curso de instrução superior ou especial.

Nas eleições de 26 Novembro de 1899 houve uma vitória progressista, apesar de alguns triunfos da oposição, como Burnay por Setúbal. Foram eleitos três republicanos no Porto, com o apoio de progressistas e socialistas[1].

38ª eleição geral

29ª eleição da 3ª vigência da Carta

26ª eleição da Regeneração

145 deputados

118 círculos uninominais, no continente.

18 círculos uninominais nas Ilhas e Ultramar.

Círculos plurinominais em Lisboa e no Porto, sem representação de minorias. Lisboa, por exemplo, agrega Oeiras e Cascais.

26 de Novembro de 1899

Vitória dos governamentais progressistas.

Eleição sem prévia dissolução.

3 deputados republicanos no Porto, com apoio de progressistas e socialistas ( Afonso Costa, Paulo Falcão e Xavier Esteves, os chamados deputados da peste, porque desde Agosto que o Porto, com peste bubónica, estava cercado por um cordão sanitário)

Burnay, opositor ao governo, é eleito por Setúbal, depois de grandes tumultos. Acusara o governo de falta de seriedade nas contas

Governo de José Luciano

O Tribunal de Verificação de Poderes, em 15 de Janeiro de 1900, anula as eleições do Porto. Estas são repetidas em 18 de Fevereiro e voltam a ser eleitos os três candidatos republicanos que, em 13 de Março, tomam assento na Câmara de Deputados.

Em 5 de Novembro de 1898, eleições municipais em Lisboa, com vitória da lista monárquica da oposição, presidida pelo conde do Restelo.

VIII Congresso do Partido Republicano em Lisboa, em 18 de Novembro de 1898


 

[1] ANTÓNIO RIBEIRO DOS SANTOS, op. cit., p. 220.