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  Eleições de 1925

 

Eleições de 1925 (8 de Novembro)

 

Eleição de 156 deputados e de 68 senadores. 574 260 eleitores e de 407 960 votantes. Democráticos: 83 deputados e 39 senadores. Nacionalistas: 36 deputados e 8 senadores. Independentes: 18 deputados e 18 senadores. Monárquicos: 7 deputados e 6 senadores. Católicos: 4 deputados e 4 senadores. União dos Interesses Económicos: 4 deputados. Esquerda Democrática: 6 deputados e 6 senadores. Socialistas: 2 deputados e 2 senadores. Estava no poder o governo de Domingos Pereira, desde 1 de Agosto de 1925. 138 dias. Presidente acumula o interior. Ocorreram, entretanto, as últimas eleições do regime, em 5 Novembro de 1925, com os democráticos bonzos, liderados por António Maria da Silva a conseguirem 82 deputados, contra 31 dos nacionalistas. Em Lisboa, os democráticos bonzos, os nacionalistas e os socialistas apresentaram-se em conjunto, obtendo 10 448 votos; os outubristas 2052 votos; os monárquicos, 5 972; a esquerda democrática, 6 408.  No Porto, a conjunção entre democráticos e socialistas, 5127 votos; a esquerda democrática, 4 333; os radicais, 2 338 e a União dos Interesses Económicos, 1 772. Há aqui 276 votos para uma lista do funcionalismo e 328 para uma de independentes. 53ª eleição geral. 7ª eleição da I República. 163 deputados no total. 152 deputados no total do continente. 44 deputados em representação das minorias face ao total de 149 deputados eleitos por círculos plurinominais. 574 260 eleitores. 407 960 votantes. Democráticos: 80 deputados bonzos da facção de António Maria da Silva e 39 senadores. Nacionalistas: 36 deputados  e 8 senadores. Conquistam as maiorias em Setúbal e Beja. As minorias em Viana do Castelo, Guimarães, Vila Real, Chaves, Bragança, Moncorvo, Penafiel, Vila Nova de Gaia, Oliveira de Azemeis, Lamego, Alcobaça, Santarém, Aljustrel, Silves e Funchal. Empatam em Coimbra, Castelo Branco, Vila Franca de Xira, Torres Vedras, Elvas, Évora, Estremoz, Angra do Heroísmo e Ponta Delgada. Independentes: 18 deputados  e 8 senadores. Monárquicos: 6 deputados  e 5 senadores. Esquerda democrática: 6 deputados (facção canhota dos democráticos) e 1 senador. União dos Interesses Económicos: 4 deputados. Católicos: 4 deputados e 1 senador. Socialistas: 2 deputados.

53ª eleição geral

7ª eleição da I República

163 deputados no total

152 deputados no total do continente

44 deputados em representação das minorias face ao total de 149 deputados eleitos por círculos plurinominais

8 de Novembro de 1925

Eleição da Câmara dos Deputados

574 260 eleitores

407 960 votantes

Democráticos[1]:

80 deputados bonzos da facção de António Maria da Silva

39 senadores

Nacionalistas[2]:

36 deputados nacionalistas

8 senadores

Conquistam as maiorias em Setúbal e Beja. As minorias em Viana do Castelo, Guimarães, Vila Real, Chaves, Bragança, Moncorvo, Penafiel, Vila Nova de Gaia, Oliveira de Azemeis, Lamego, Alcobaça, Santarém, Aljustrel, Silves e Funchal. Empatam em Coimbra, Castelo Branco, Vila Franca de Xira, Torres Vedras, Elvas, Évora, Estremoz, Angra do Heroísmo e Ponta Delgada.

Independentes[3]:

18 deputados

8 senadores

Monárquicos[4]

6 deputados

5 senadores

Esquerda democrática[5]:

6 deputados (facção canhota dos democráticos)

1 senador

União dos Interesses Económicos[6]

4 deputados

Católicos[7]:

4 deputados católicos[8].

1 senador[9]

Socialistas[10]

2 deputados

53ª eleição geral

7ª eleição da I República

163 deputados no total

152 deputados no total do continente

44 deputados em representação das minorias face ao total de 149 deputados eleitos por círculos plurinominais

8 de Novembro de 1925

Eleição da Câmara dos Deputados

574 260 eleitores

407 960 votantes

Democráticos[1]:

80 deputados bonzos da facção de António Maria da Silva

39 senadores

Nacionalistas[2]:

36 deputados nacionalistas

8 senadores

Conquistam as maiorias em Setúbal e Beja. As minorias em Viana do Castelo, Guimarães, Vila Real, Chaves, Bragança, Moncorvo, Penafiel, Vila Nova de Gaia, Oliveira de Azemeis, Lamego, Alcobaça, Santarém, Aljustrel, Silves e Funchal. Empatam em Coimbra, Castelo Branco, Vila Franca de Xira, Torres Vedras, Elvas, Évora, Estremoz, Angra do Heroísmo e Ponta Delgada.

Independentes[3]:

18 deputados

8 senadores

Monárquicos[4]

6 deputados

5 senadores

Esquerda democrática[5]:

6 deputados (facção canhota dos democráticos)

1 senador

União dos Interesses Económicos[6]

4 deputados

Católicos[7]:

4 deputados católicos[8].

1 senador[9]

Socialistas[10]

2 deputados



[1] Segundo Cunha Leal, II, p. 444.

[2] Segundo Cunha Leal, II, p. 444

[3] Segundo Cunha Leal, II, p. 444.

[4] Segundo Cunha Leal, II, p. 444.

[5] Segundo Cunha Leal, II, p. 444.

[6] Segundo Cunha Leal, II, p. 444.

[7] Segundo Cunha Leal, II, p. 444 e Manuel Braga da Cruz, p. 340.

[8] Oliveira Salazar teve uma intervenção activa da campanha. Era da comissão diocesana de Coimbra, escreveu sete artigos sobre a matéria eleitoral no Correio de Coimbra e foi candidato em Arganil. Mas ficou em sexto, isto é, em penúltimo lugar, apenas acima dos alvaristas. Nesse círculo, em primeiro lugar ficaram os democráticos (4 839); em segundo, o independente Moura Pinto (4 751); em terceiro o monárquico Mário Aguiar (4 667); em quarto os nacionalistas (2 905); em quinto, a esquerda democrática (2 765); em sexto, o CCP, com Salazar (1 043); em sétimo os alvaristas (459).

[9] Segundo Manuel Braga da Cruz, op. cit., p. 340, os católicos do CCP apresnetaram 23 candidaturas a deputado e 7 ao senador. Foi grande o confronto entre a União dos Interesses Económicos e o CCP. Em Braga, a candidatura dos primeiros chegou a dize: abaixo os tartufos que à sombra da cruz procuram especular com as nossas crenças! Os nossos candidatos são católicos, apostólicos, romanos. Idem.

[10] Segundo Cunha Leal, II, p. 444.

 


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