Governo nº 110 Governo Constitucional de Mário Soares (23 de Julho, 556 dias).

É o primeiro governo pós-revolucionário, surgido depois de promulgada uma nova Constituição, a que se seguem as eleições legislativas de 25 de Abril, com o PS a conseguir 35%, e a eleição presidencial de 27 de Junho, com a vitória de Ramalho Eanes. O Governo é mono-partidário, tendo sofrido uma remodelação em 25 de Março de 1977, com a entrada de Mota Pinto para a pasta do comércio e Turismo e de Nobre da Costa para a da Indústria.

Henrique de Barros, ministro de Estado, Jorge Campinos, ministro sem pasta, Mário Firmino Miguel, na defesa nacional, António Sousa Gomes, no plano e coordenação económica, Manuel da Costa Braz, na administração interna, António de Almeida Santos, na justiça, Henrique de Medina Carreira, nas finanças, José Medeiros Ferreira, nos negócios estrangeiros (até 10 de Outubro de 1977), António Barreto, no comércio e turismo (até 25 de Março de 1977, quando lhe sucede Carlos Alberto da Mota Pinto), Lopes Cardoso, na agricultura e pescas (até 5 de Novembro de 1976), Walter Rosa, na indústria e tecnologia (sucede-lhe Alfredo Jorge Nobre da Costa em 25 de Março de 1977), Marcelo Curto, no trabalho (sucede-lhe Maldonado Gonelha em 25 de Março de 1977), Mário Sottomayor Cardia, na educação e investigação científica, Armando Bacelar, nos assuntos sociais, Rui Vilar, nos transportes e comunicações, Eduardo Ribeiro Pereira, na habitação, urbanismo e construção, e Almeida Pina, nas obras públicas.

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