
1822
Independência
do Brasil, constitui ção, eleições e morte de Fernandes Tomás
Governo nº 2.2 Segundo governo vintista
de D. João VI (7 de Setembro). Segundo José Liberato o ministério era
instrumento da política estrangeira, além de existir uma tropa mercenária,
a pressão estrangeira e a existência de um governo irresoluto.
Faltaria um governo inteligente, enérgico, altamente possuído do amor da
liberdade, e resoluto a resistir a todas as seduções e ameaças das nações
estrangeiras, que se preparavam para sufocar o sistema constitucional, tanto em
Espanha como em Portugal.
Ferreira de Araújo e Castro no reino; José da
Silva Carvalho na justiça e segurança; Inácio da Costa Quintela na fazenda;
Joaquim José Monteiro Torres na marinha; Manuel Inácio Martins Pamplona Corte
Real, Brigadeiro (1760-1832), futuro conde de Subserra, na guerra, até 13 de
Outubro de 1821, por ter assumido as funções de deputado); Silvestre Pinheiro
Ferreira nos estrangeiros.
Em 13 de Outubro: Cândido José Xavier substitui
Manuel Inácio Martins Pamplona Corte-Real na pasta da guerra.
O primeiro banco em Portugal – Em 31 de
Dezembro, cria-se, debaixo da imediata protecção das Cortes o Banco de
Lisboa, primeiro passo para a instauração de uma racionalidade financeira.
Este banco, ainda privado, depois da incorporação dos activos e passivos da
Companhia de Confiança Nacional, em 1846, passará a designar-se Banco de
Portugal. É a primeira instituição com esse nome no Portugal europeu, embora
não a primeira com essas funções, depois de D. João VI, em 1808, já ter
estabelecido, por inspiração de José da Silva Lisboa, o Banco do Brasil,
aliás, o primeiro banco existente no espaço de soberania portuguesa,
cumprindo-se um projecto, datado de 1797, da autoria de D. Rodrigo de Sousa
Coutinho.
Projecto
CRiPE- Centro de Estudos em Relações Internacionais, Ciência
Política e Estratégia. © José Adelino Maltez. Cópias autorizadas,
desde que indicada a origem. Última revisão em:
31-03-2009