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Grande Oriente de Portugal (1849)

Dissidência do Grande Oriente Lusitano comandada pelo Visconde da Oliveira, eleito grão mestre em 17 e 18 de Julho de 1849. Tem como colaboradores José Joaquim de Almeida Coutinho, o conde da Cunha, José Joaquim Alves, Manuel Freire de Faria e José Maria de Sousa Monteiro. O Grande Oriente Lusitano, dominado pelos cabralistas, elege como Grão-Mestre o cónego Euletério Francisco de Castelo Branco, apoiado por Joaquim José Pereira de Melo, José Lourenço da Luz e Agostinho Albano da Silveira Pinto. Em 30 de Novembro de 1850, dentro do GOL, é eleito Grão Mestre José Bernardo da Silva Cabral, já em ruptura com o irmão, António Bernardo. Em Março de 1854, Moura Coutinho é eleito grão-mestre, sendo reeleito em 1854, até 1861. Sucede-lhe interinamente Frederico Leão Cabreira. Em 24 de Novembro de 1863 é eleito o conde de Peniche.

●Criado o Grande Oriente de Portugal, uma dissidência do Grande Oriente Lusitano, instituída a partir dos grupos de Moura Coutinho, do conde da Cunha e do visconde da Oliveira, sendo este último eleito grão-mestre em 18 de Julho de 1849.

●Sucede-lhe Moura Coutinho em 31 de Março de 1854.

●Em Março de 1854, Joaquim José de Almeida Moura Coutinho é eleito grão-mestre, sucedendo ao Visconde da Oliveira.

●A partir de 1861, a chefia interina cabe a Frederico Leão Cabreira.

●Em 1863, Conde de Peniche, grão-mestre do Grande Oriente de Portugal

●Unifica-se em 4 de Maio de 1866 com o Grande Oriente de Portugal.

●O acordo do GOP e da CMP cria o Grande Oriente Português que elege Mendes Leal como grão-mestre

●Esta obediência junta-se à Confederação Maçónica Portuguesa em 1866.

Projecto CRiPE- Centro de Estudos em Relações Internacionais, Ciência Política e Estratégia. © José Adelino Maltez. Cópias autorizadas, desde que indicada a origem. Última revisão em: 08-05-2007