Revolta da Abrilada (1824)

 

Revolta de D. Miguel no Rossio. Proclama querer acabar de vez com a infernal raça maçónica antes que ela acabe connosco. O corpo diplomático estava reunido nos salões da legação britânica a festejar o aniversário de Jorge IV. Dirige-se para o palácio da Bemposta, onde o rei tinha ao seu lado Beresford, regressado a Portugal no Verão de 1823. Thornton propõe que D. Miguel seja substituído por Beresford. D. João VI, com o apoio dos diplomatas, refugia-se a bordo da Windsor Castle.

Grandes do reino, como Palmela, são presos em Belém. Palmela é único a ser isolado, mas, fleumaticamente, ia lendo o Times. Passam, depois, para Peniche. é perseguido o barão de Rendufe, então intendente-geral da polícia. Os revoltosos insurgem-se contra Vila Flor (futuro Terceira) e Paraty, camaristas de D. João VI. José Agostinho de Macedo é um dos condutores das massas, fazendo sucessivos comícios, onde denuncia os presos.