●Segunda incursão monárquica
Segunda incursão de Paiva Couceiro, agora com o apoio do legitimista D. João de Almeida (Lavradio), antigo oficial austríaco (3 de Julho). Os invasores, cerca de sete centenas, estão melhor armados e adoptam um claro programa de restauração monárquica. Juntam no mesmo esforço os manuelistas e os miguelistas. Depois de uma tentativa de assalto a Valença do Minho, chegam a atacar Vila Frade. A incursão é acompanhada por sublevações monárquicas em Azóia, Leiria, Batalha e Fafe. Surgem as guerrilhas do Padre Domingos em Cabeceiras de Basto (6 de Julho). Ataque de Paiva Couceiro a Chaves (8 de Julho). Derrotado no dia 9, quando também é preso D. João de Almeida. Descoberta conjura monárquica em Évora, dirigida militarmente pelo major Montez (13 de Julho). Criados três tribunais militares em Braga, Coimbra e Lisboa, para julgamento dos conspiradores (16 de Julho). Cerca de 274 presos políticos em Junho