Revolta de Machado Santos (13 de Dezembro de 1916)

O planeamento cabe a Vasco de Carvalho, com a colaboração do capitão Eurico Cameira. Machado Santos sai com tropas de Tomar, mas não passa de Abrantes, onde é parado por Abel Hipólito. Fica detido no palácio do Fontelo em Viseu. Ramificações subversivas em Castelo Branco e na Figueira da Foz. Governo suspende jornais monárquicos, e aproveita a circunstância para fazer o mesmo ao jornal camachista A Luta. Presos vários deputados, entre os quais Moura Pinto, Egas Moniz e Alfredo Magalhãesö. Os revoltosos, visando convencer autoridades civis e militares, chegam a imprimir um Diário do Governo apócrifo. As notícias sobre o golpe são censuradas.