PELA SANTA LIBERDADE!

 

Ferroadas de um velho liberal que continua do contra

 

Tradicionalista nos princípios, liberal nas metodologias, radical nos objectivos

 

 


 

O subscritor, entre 18 de Maio e 15 de Junho de 2003,

criou um "blogue" que teve algum êxito polémico (Patuleia).

Cinco mil consultas.

Muitos "links".
Ficou farto da inquisição dominante nesse ambiente de tasco burgês,
onde se tinha que tirar o chapéu aos habituais frequentadores do dito.
Decidiu continuar português à solta.

E desligou o dito. Sem até deixar os arquivos disponíveis. Mas um "pirata" brasileiro logo usurpou o título e o mesmo continua no ar, com outros fins.
O "blogue" assumia os seguintes princípios:

 


Tradicionalista, logo contra os contra-revolucionários que querem uma revolução ao contrário.

Liberal e não apenas neoliberal, porque face ao totalitarismo doce, importa assumir o libertacionismo para se garantir o liberdadeirismo.

Radical, do centro excêntrico, porque nos princípios tem que estar o fim e, contra a direita que convém à esquerda e a esquerda que convém à direita, importa estar na esquerda da direita, tendo a coragem de esquerda para me assumir de direita

 


Sem tradição, o nacionalismo pode perder o universalismo.

Sem uma atitude liberal, o conservadorismo tende a conservar o que está e a não querer conservar o que deve-ser.

Sem uma postura radical, a direita dos interesses continuará a dominar a direita dos valores e permanecerá o "estado a que chegámos".

 


Têm os blogues a beleza do breve, da nota solta que se esvai num écran, ou numa folha de papel. São folhas que voam num ápice,na brisa do tempo que passa. Até podem ser introspecções,restos de poema por cumprir.Ou farpas difusas, ferroadas, palavras contra palavras, num corropio. Os blogues sempre foram. Já o eram antes de o serem. Cadernos de notas esparsas que, na gaveta guardávamos,impressões, esboços, pequenos gestos,
grãos do próprio tempo pensado, escorrendo pelos olhos dentro, pelo corpo além, por dentro de nossa mente. Os blogues passam e não prendem. No instantâneo se confundem, com outros restos, feitos destroços, pedaços que se amontoam no baú da memória. Folhas ao vento, folhas do tempo, sinais de um todo, como a teia de Penélope. E, pedra a pedra, por dentro de mim mesmo,onde, cá por dentro, outros me vão lendo,
em raiva, em comunhão, em lava...


 


 

Tradicionalista , nunca me inscrevi em qualquer associação monárquica ou aparentada, apesar de ter sido sempre monárquico.

Liberal, mas dos velhos azuis e brancos, nunca podia pedir a adesão a qualquer grupo neoliberal.

Radical, apenas participei no efémero movimento cívico "Intervenção Radical"

 


Pela tradição, contra as modas que passam de moda, porque só é novo aquilo que se esqueceu, porque o antigo já foi moderno e o moderno há-se ser antigo.

Pela Santa Liberdade, tanto rejeitarei os cabrais, como não votarei nos rotativos.

Radicalmente identitário, continuo à procura da raiz do mais além e da pátria prometida. No princípio era o mar e haverá, para sempre, a espera, a esfera, a esperança.

 

A meteórica passagem do Professor Adelino Maltez é um poço de lições sobre a Blogosfera.

 

In Liberdade de Expressão

Farpas:

 

Meditação sobre Assis (18 de Maio)

Tudo como dantes (18 de Maio)

Cá continuo meu treino de blogue (19 de Maio)

Como perdura o Leviatã? (20 de Maio)

Casa Pia (20 de Maio)

Pelo primado do Estado-Comunidade (20 de Maio)

Contra todos os cabrais da nossa praça (21 de Maio)

A merceeira-mor (22 de Maio)
Somos dominados por iluministazinhos (22 de Maio)

O normal é haver anormais (22 de Maio)

É só fumaça... (23 de Maio)

A complexidade das conspirações (24 de Maio)

As quinhentas capelinhas de direita (24 de Maio)

O ponto de não regresso (26 de Maio)

Viva Cabo Verde (26 de Maio)
Liberal é igual a liberdadeiro mais libertacionista (27 de Maio)

Fascismo pretensamente antifascista (29 de Maio)

No décimo segundo dia de blogomania (29 de Maio)

País do faz de conta (29 de Maio)

Contra o culturalmente correcto (29 de Maio)

Contra os que estão contra o regime (29 de Maio)

Abaixo os bonzos (1 de Junho)

Cartas Conspiradoras (1 de Junho)

Teledemocracia, videopoder e teatrocracia (3 de Junho)

Cartas Conspiradoras II (3 de Junho)

Heterodoxias (7 de Junho)

Homossexuais, pedófilos e judiciais (7 de Junho)

Adeus, até à próxima conspiração (10 de Junho)

Tudo pela Humanidade, nada contra a Nação (10 de Junho)

Dureza verdadeira (10 de Junho)

Lusitana, antiga liberdade (10 de Junho)

ZEE, Monsanto e Bismarck (11 de Junho)

Que a palavra emitida volte a adequar-se à vida (12 de Junho)

Europeísmos maduros (13 de Junho)

A nova (a)Fundação do Ocidente (13 de Junho)

Que viva Santoantoninho (13 de Junho)

 

 

Poemas

Arca dos poemas por fazer (20 de Maio)

Que tempo fará quando voltares? (25 de Maio)

À procura de quem somos (28 de Maio)

Portugal que partiu (29 de Maio)

A utopia tem de ser um dia (29 de Maio)

Hino à glória de ter medo (1 de Junho)

Há uma estátua quioca nas paredes do meu quarto (3 de Junho)

Do cimo desta colina (8 de Junho)

Elogio do blogue (8 de Junho)

Somos ainda quem fomos (10 de Junho)

Memória de São Francisco (13 de Junho)

 

 

Reflexões

O Estado está acima do cidadão, mas o homem está acima do Estado (27 de Maio)

Liberalismo e separação de poderes (3 de Junho)

Do consensualismo ao pluralismo, ou as raízes do liberalismo (5 de Junho)

Contra a direita politicamente correcta (6 de Junho)

Republicanamente monárquico (7 de Junho)

Em defesa de Leo Strauss (7 de Junho)

Português e europeísta (8 de Junho)

Portugal como nação (9 de Junho)

Portugal também é pátria (10 de Junho)

Quero crer em Portugal (10 de Junho)

Nas raízes da minha pequena pátria (12 de Junho)

Compadrismos (15 de Junho)

 

A parte nauseabunda da blogosfera: polémica com os papas da "Coluna Infame"

Resposta da Vendeia lusitana ao ataque das Náuseas (29 de Maio)

Miguelista casca-grossa confessa-se e pede perdão (30 de Maio)

O melhor remédio contra as úlceras do tubo-pensador (31 de Maio)

O poder de nomeação (1 de Junho)

Não blogarei com quem odeia (1 de Junho)

Também nos blogues tem de haver justiça (3 de Junho)

Bustos e retratos do meu recato (3 de Junho)

Desafio para duelo (4 de Junho)

Contra os epifenómenos da direita instalada (5 de Junho)

Lomba e Mexia passam os limites e acusam-me de um crime (6 de Junho). Que escrevi o "post" acima citado por devassar "mails" privados, quando o texto já tinha sido escrito e enviado para publicação no "Euronotícias", meses atrás. Que enviei um delegado a uma reunião de blogueiros, etc...Que os ameacei com pancadaria, etc.

Comunicado de JAM anunciando fim da polémica com PL e PM (6 de Junho)

Entretanto, sem ser por esta causa, a Coluna Infame dissolveu-se. Mas PM e PL nem aos meus "mails" pessoais responderam.

Não tive pachorra para os processar judicialmente. E o crime de falsidades propagadas compensou os infames, os tais direitistas que me acusaram de dividir a direita, mas que se juntaram aos irmãos-inimigos da extrema-esquerda, ao acusarem-me de desonras.

Assim, este representante caceteiro de uma direita ultra-montana e pronta a recuperar a velha tradição das bengaladas, apenas decidiu transcrever palavras de Joaquim Pedro de Oliveira Martins (10 de Junho)

A Nova Inquisição (13 de Junho)

Uma questão de honra (15 de Junho)

Fim do Santa Liberdade (16 de Junho)

Carta de 100nada (17 de Junho)